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Criança é resgatada por bombeiros após ficar colada em sofá com supercola

Conforme os bombeiros, a criança passa bem e não sofreu ferimentos graves.

Gabrielle Borges
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Uma criança de 3 anos precisou ser resgatada pelo Corpo de Bombeiros após ficar presa a um sofá por causa de uma supercola, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O caso ocorreu na quarta-feira (10), no bairro Nossa Senhora de Fátima, e chamou a atenção pelo acidente doméstico.

De acordo com informações dos bombeiros, a criança encontrou um tubo de supercola dentro de casa e espalhou uma grande quantidade do produto sobre o sofá da sala. Em seguida, sentou-se no local e acabou ficando colada ao móvel.

Os pais tentaram retirar o menino por conta própria, mas não conseguiram. Segundo relato do pai aos socorristas, a posição em que a criança ficou presa já estava causando desconforto e preocupação à família.

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Após serem acionados, militares do Posto Avançado de Betim realizaram o resgate. Para evitar ferimentos, os bombeiros removeram cuidadosamente partes do tecido do sofá que estavam aderidas à pele da criança.Depois do atendimento inicial, os pais ficaram responsáveis por encaminhar o menino a uma unidade de saúde para avaliação médica. Conforme os bombeiros, a criança passa bem e não sofreu ferimentos graves.

O que fazer ao ficar colado com supercola?

Em casos de contato da supercola com a pele, a orientação é mergulhar a área afetada em água morna com sabão por alguns minutos. O calor e a umidade ajudam a amolecer o adesivo, facilitando a remoção gradual sem causar lesões.

Outra alternativa é aplicar pequenas quantidades de óleo vegetal, óleo de bebê ou vaselina sobre a região colada. Os produtos ajudam a soltar a cola com mais facilidade. Também é possível utilizar removedores à base de acetona, presentes em alguns removedores de esmalte, desde que não haja feridas abertas e que o produto seja usado com cautela.

Atendimento médico

Quando a supercola entra em contato com os olhos, boca, nariz ou áreas sensíveis do corpo, é fundamental procurar atendimento médico imediatamente. Nesses casos, não se deve tentar remover a cola por conta própria.

Em situações envolvendo crianças, o acompanhamento médico também é recomendado, especialmente se houver grande quantidade de cola na pele, irritação, dor ou dificuldade para remover o produto com segurança.

(*Gabrielle Borges, estagiária de jornalismo sob supervisão de Felipe Saraiva, editor web de OLiberal.com)

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