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Núcleo de Pesquisa Clínica é inaugurado no Evandro Chagas, em Belém

Instalações poderão realizar estudos de grande impacto sobre doenças, vacinas e medicamentos

Camila Guimarães

O Instituto Evandro Chagas inaugurou na manhã desta quinta-feira (10) as instalações do Núcleo de Pesquisa Clínica (NPC), no campus da avenida Almirante Barroso, em Belém. A reforma garantiu a expansão do núcleo para que o instituto possa receber estudos de grande impacto, relacionados a doenças, vacinas e medicamentos.

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A coordenadora do NPC, Maria Cleonice Aguiar Justino, explica que, com a reestruturação, o campus do Instituto ganhou novas áreas e mais consultórios “para receber estudos de relevância em saúde pública e que possibilitam o recrutamento do maior número de pessoas, mantendo o distanciamento em função da pandemia”.

Histórico de pesquisa e contribuições

A pesquisadora lembra que, desde a década de 1990, o Evandro Chagas já desenvolve pesquisa clínica de grande relevância, como as relacionadas ao rotavírus e à vacina pneumocócica. “Naquela ocasião tínhamos um grupo de cerca de 3 mil crianças, em sua maior etapa, e depois disso fizemos estudos pré-vacinação, e hoje em dia as vacinas estão já nos postos de saúde”.

Entretanto, com o avanço de alguns estudos e o cenário de grande demanda durante a pandemia, o campus do Evandro Chagas na Almirante Barroso não comportaria mais um estudo de grande impacto. “Com o surgimento da pandemia, nós fomos convidados a participar de vários ensaios clínicos com novas vacinas, desde 2020, no entanto, nós não tínhamos estrutura física adequada para receber esses ensaios”, comenta Maria Cleonice.

Agora, com a reforma e ampliação, a pesquisadora fica otimista em relação ao desenvolvimento de novos estudos: “Já estamos analisando vários protocolos com vacinas já aprovadas, vacinas ainda em desenvolvimento e também novos esquemas de investigação para ampliar o alcance da imunização contra a covid-19 em todo o estado”.

Ela acrescenta ainda que os estudos não se limitam à covid-19, mas também a outras doenças que são sintomáticas no Pará: “Nós também estamos recebendo protocolos relativos à tuberculose e à doença de Chagas”, conta Maria Cleonice.

Na visão da pesquisadora, ter o campus preparado para realizar pesquisas de grande impacto é de suma importância, não apenas para a sociedade local: “Uma vez que esse núcleo se torna oficial, isso nos torna cada vez mais atuantes no cenário de pesquisa clínica mundial e é algo extremamente importante para o Brasil, especialmente, para a região Norte. Isso nos faz figurar novamente no cenário dos maiores centros de pesquisa nacionais e da América Latina”.

Belém
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