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Festividades juninas intensificam vendas de fogos de artifício

Apesar do maior registro de explosões desses artefatos, alguns cuidados são necessários para minimizar os impactos auditivos

Gabriel Pires

O mês de junho é sinônimo de festa. Dentre algumas características desse período, a explosão de fogos de artifício, simbolizando a comemoração em meio aos arraiais. Bruno Fonseca, diretor de uma loja especializada no comércio desse tipo de explosivo em Ananindeua, destaca que o período junino intensifica o número de vendas.

“Estimamos, até o fim da quadra junina, um aumento de 50% referente aos dois últimos anos. A volta a normalidade que permite a volta das tradições folclóricas da população em geral”, destacou Bruno Fonseca. Ele informou que as férias escolares e o abrandamento da covid-19 motivou o aumento no número de vendas neste ano de 2022. 

O diretor da empresa analisou que os produtos mais procurados são estalinhos, foguetinhos e chuveirinhos. Por conta do aumento no uso de fogos desses artefatos, são recomendadas medidas de segurança para o manuseio. 

“Esse período junino é para nós um dos melhores do ano. Temos uma variedade em torno de 50 produtos da linha utilizada nesse período. Os preços variam de R$ 0,75 a R$ 50,00, dependendo do produto. Quanto à segurança, todos eles vêm com instruções em suas embalagens e também reforçamos as orientações aos clientes para evitar acidentes”, explicou o diretor da loja.

 

Barulho de fogos afeta os animais

O uso de fogos com estampido causa grande incômodo para a audição de animais domésticos, como cães e gatos, por exemplo. Em maio deste ano de 2022, foi sancionada pela Assembléia Legislativa do Estado do Pará (Alepa), o Código de Proteção aos Animais, que, a partir de então, visa proteger o bem-estar dos animais.

De acordo com o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), em comunicado divulgado pela Agência Brasil em Dezembro de 2021, os cães têm a capacidade auditiva maior que a dos humanos e, para eles, barulhos acima de 60 decibéis, que equivale a uma conversa em tom alto, podem causar estresse físico e psicológico.

Como forma de minimizar os impactos pela soltura de fogos, Bruno Fonseca destacou que existem diversas alternativas para a explosão com estampido e que a lei não afetou a busca por foguetes. 

"A princípio a lei não afetou a demanda. É bom saber que existem vários produtos que produzem menor ou maior efeito sonoro. O que fazemos é indicar o melhor produto de acordo com o local, horário e evento do cliente. As próprias indústrias vêm criando novos produtos que tenham mais efeito visual do que sonoro”, afirmou.


(Gabriel Pires, estagiário sob a supervisão do coordenador do Núcleo de Atualidades, João Thiago Dias)

Belém
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