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7 de Setembro em Belém: em clima tranquilo, desfile cívico-militar encerra na Av Presidente Vargas

Cerca de 5 mil pessoas entre civis e militares participaram do desfile

O Liberal

O desfile em homenagem ao Dia da Independência foi encerrado por volta das 11h30 desta quarta-feira, 7. Durante a manhã representantes de instituições civis e militares marcharam pela avenida Presidente Vargas em um ato que marcou as comemorações pelos 200 da Independência na capital paraense.

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Entre os participantes estavam estudantes de escolas estaduais, escoteiros, bombeiros civis e religiosos, além de homens do Exército, Marinha, Aeronáutica, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e outros órgãos de segurança. Um dos destaques do evento foi teve início o "desfile motorizado", em que carros de luxo e veículos antigos passaram pela avenida, assim como viaturas utilizadas em operações do Exército e da Marinha, bem como viaturas da Polícia Federal.

7 de setembro movimenta as ruas de Belém

No local, muitas famílias e autoridades civis e militares prestigiaram o desfile, como o governador Helder Barbalho, o secretário de segurança pública Ualame Machado, o coronel Dilson Júnior da PMPA e o Delegado-Geral da PCPA Walter Resende. “Que nesses 200 anos da Independência do Brasil, possamos todos ter muito orgulho do nosso país, da soberania nacional, do amor à Pátria, dos valores da democracia para que nós possamos sempre construir um país cada vez mais forte, cada vez melhor”, declarou o governador do estado.

ato ocorreu com tranquilidade ao longo de toda a manhã, mas cerca de 30 pessoas passaram mal e foram atendidas pela Cruz Vermelha, informou a socorrista Daniele Viana. "Até o momento já atendemos cerca de 30 pessoas, entre idosos, adultos e crianças. A maioria por pressão alta", afirmou.

Manifestações paralelas

Durante a manhã desta quarta-feira, outras manifestações também foram realizadas na capital em paralelo à programação oficial. O "Grito dos Excluídos", que é organizado por entidades religiosas, movimentos sociais e partidos de esqueda, ocorre tradicionalmente nesta data. De acordo com seus organizadores, o ato deste ano trouxe uma reflexão sobre a recorrência de problemas estruturais no país mesmo depois de 200 anos da Independência do Brasil. Algumas questões denunciadas foram a vulnerabilidade da situação dos povos tradicionais e os desafios da questão ambiental na Amazônia.

Grito dos Excluídos fez alerta sobre situação das populações tradicionais e questões ambientais (Igor Mota / O Liberal)

marcha seguiu pela avenida Nazaré até o Mercado de São Brás em um trajeto que durou pouco mais de uma hora para ser completado. Segundo os organizadores, cerca de 2 mil pessoas participaram do ato.

Em outro trecho da avenida Nazaré, na confluência com a avenida Assis de Vasconcelos, outro grupo de manifestantes tomou as ruas de Belém. O ato foi convocado por partidos de direita e reuniu apoiadores do governo federal que marcharam em direção à avenida Visconde de Souza Franco.

Grupo de manifestantes pró-governo na avenida Nazaré, em Belém (Márcio Nagano / O Liberal)

Ao longo trajeto, o grupo protestou contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e demonstrou apoio ao atual presidente Jair Bolsonaro e ao ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB), que teve o registro de candidatura à Presidência recentemente negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ambos os atos foram tranquilos e não houve registro de conflitos ou incidentes.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), mais de 2 mil agentes de segurança, 200 viaturas, 138 motocicletas, duas vans e duas ambulâncias foram distribuídos em pontos estratégicos para acompanhar as movimentações e o fluxo de pessoas nas ruas de acesso, tanto das manifestações, quanto do desfile. Além disso, o esquema de segurança contou com o auxílio das câmeras de videomonitoramento do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC).

“Todo o esquema de segurança foi montando com o auxílio das forças, assim como com os representantes dos movimentos que estiveram presente nas ruas essa manhã. O Exército também esteve nessa organização para que todo o entorno do desfile pudesse contar com policiamento, e com a organização do trânsito, para garantir a movimentação tranquila das pessoas, e diminuir os transtornos para os moradores das regiões onde os eventos aconteceram", disse o secretário Adjunto de Gestão Operacional da Segup, coronel Alexandre Mascarenhas.

Os eventos transcorreram dentro da normalidade, sem registro de ocorrência graves. Tudo conforme planejado e dentro do que esperávamos. Todos puderam exercer sua cidadania, assim como, acompanhar com suas famílias o desfile militar”, garantiu.

Belém
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