Norte enfrentou uma redução de meio bilhão em investimentos em energia solar, com a capacidade instalada caindo de 917,6 MW para 871,1 MW em 2025, refletindo a desaceleração do setor na área.
Avanços no salário mínimo, expansão da energia solar, crescimento do comércio e turismo, superávit na balança comercial e protagonismo internacional marcaram economia paraense e brasileira.
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