Preso na Central de Triagem, Diego Kós Miranda passa por audiência de custódia nesta quarta-feira

Ex-cartorário é investigado por suposta participação em golpe financeiro que causou prejuízo de, pelo menos R$ 11 milhões a duas instituições financeiras de Belém

O Liberal
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O ex-cartorário Diego Kós Miranda passará por audiência de custódia, na manhã desta quarta-feira (29/05). Ele foi preso nesta terça-feira (28/05), durante a Operação Apate, conduzida pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Pará (MPPA), contra uma suposta quadrilha que estaria aplicando golpe financeiro que causou prejuízo de, pelo menos, R$ 11 milhões a duas instituições financeiras de Belém.

Além de Diego, a advogada Giseanny Valéria Nascimento da Costa foi presa na mesma ação. Outros suspeitos são investigados pelo MP por envolvimento no esquema alvo da operação Apate.

image Advogada e ex-cartorário são presos por golpes milionários a bancos no Pará
Operação investiga golpe que causou um prejuízo que pode chegar a R$ 30 milhões somente em Belém

image Ex-cartorário Diego Kós Miranda é um dos presos por golpe milionário contra bancos em Belém
Os suspeitos são alvos da operação Apate, do Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (Gaeco)

image Golpe milionário no Pará: Entenda como funcionava o esquema que lesou bancos
Empresa fictícia e documentos falsos teriam sido usados para obter empréstimos milionários. Prejuízo estimado pode chegar a R$ 30 milhões

Diego e Giseanny passaram a noite presos na Central de Triagem da Marambaia. Conforme informações apuradas pelo Grupo Liberal no local, a previsão é de que a audiência de custódia ocorra ainda pela manhã, por volta das 9h, no Fórum Criminal. O ex-cartorário saiu da Central de Triagem por volta das 8h, em um carro da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). 

image Diego foi conduzido para o Fórum Criminal em um carro da Seap (Thiago Gomes / O Liberal)

Audiência de custódia

Nas audiências de custódia, o preso é apresentado a um juiz, que ouve os argumentos do Ministério Público, Defensoria Pública ou advogado da pessoa detida.

Conforme informações divulgadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), nessa audiência, o magistrado "analisa a prisão sob o aspecto da legalidade e a regularidade do flagrante, da necessidade e da adequação da continuidade da prisão, de se aplicar alguma medida cautelar e qual seria cabível, ou da eventual concessão de liberdade, com ou sem a imposição de outras medidas cautelares. A análise avalia, ainda, eventuais ocorrências de tortura ou de maus-tratos, entre outras irregularidades".

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