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Paraense que montou bomba no Aeroporto Internacional de Brasília terá caminhonete devolvida

Há um ano, George Washington de Oliveira Souza participou de uma conspiração para tentar cometer um ataque terrorista em Brasília

O Liberal
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O paraense George Washington de Oliveira Souza, preso há um ano por montar uma bomba em área do Aeroporto Internacional de Brasília, terá de volta a caminhonete usada no plano de atentado terrorista. De acordo com a coluna Grande Angular, do portal Metrópoles, a Justiça do Distrito Federal autorizou a restituição do veículo a George. Em dezembro de 2022, a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) encontrou na Mitsubishi L200 Triton modelo 2022/2023 um arsenal composto por cinco emulsões explosivas, um fuzil, duas espingardas, mais de 800 munições, armas de fogo, acessórios e ouros itens de uso restrito, tudo sem autorização das autoridades.

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Atendendo a um pedido da defesa de George Washington, e após manifestação favorável do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o juiz de direito da 8ª Vara Criminal de Brasília, Osvaldo Tovani deferiu a restituição da caminhonete, um notebook e dois celulares, em 9 de novembro de 2023. O carro e os demais itens serão entregues à defesa do condenado.

Já as armas apreendidas no momento da prisão dele, em 24 de dezembro de 2022, não serão devolvidas, por decisão da 3ª Turma Criminal, que decretou que os itens devem ficar com a União.

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Relembre o caso

A tentativa de atentado a bomba em Brasília completou um ano neste domingo (24). Na véspera do Natal de 2022, motivado por questões políticas, George Washington de Oliveira Souza e outras duas pessoas contrárias ao resultado das eleições presidenciais, tentaram explodir uma bomba na área do Aeroporto Internacional de Brasília. O artefato montado pelo paraense foi colocado em um caminhão de combustível, mas descoberto após o motorista do veículo desconfiar e acionar a polícia. 

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Todos os três acusados de planejarem o ataque foram condenados e presos. As investigações apontaram que George, inconformado com a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para presidente do país, saiu do Pará rumo a Brasília no dia 12 de novembro de 2022, para distribuir os armamentos a indivíduos dispostos a usá-los no “cumprimento de seu intuito: garantir distúrbios sociais e evitar a propagação do que ele denomina como comunismo”.

Atualmente, ele cumpre uma pena de 9 anos e 8 meses de prisão, estipulada pela 3ª Turma Criminal.

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As penas somam mais de 14 anos de reclusão, que serão cumpridas inicialmente em regime fechado.

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Segundo o ministro, o apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso por atentado no fim de dezembro, estava fazendo treino e obtendo instruções de como dar um tiro de fuzil de longa distância

Também envolvido na tentativa de ataque, Alan Diego dos Santos Rodrigues acabou condenado em primeira e segunda instâncias a uma pena de 5 anos de detenção. O terceiro envolvido é Wellington Macedo de Souza, que foi condenado em primeira instância a 6 anos de prisão por expor a perigo a vida, integridade física ou patrimônio de outro. Ainda cabe recurso.

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