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Começa nesta sexta a distribuição das urnas eletrônicas em Belém e Santarém

Somente na capital paraense, das 12 zonas eleitorais, nove farão a entrega dos equipamentos nas escolas onde funcionam as seções eleitorais

Keila Ferreira

Começa nesta sexta-feira (27) a distribuição das urnas eletrônicas que serão utilizadas no segundo turno das eleições 2020, em Belém e Santarém, aos locais de votação. Somente em Belém, das 12 zonas eleitorais, nove farão a entrega dos equipamentos nas escolas onde funcionam as seções eleitorais nesta sexta. O trabalho será concluído no sábado, com a entrega às seções de apenas uma zona eleitoral.

Na quinta (26), foi realizado o trabalho de organização das urnas dentro dos caminhões que farão esse transporte. Os equipamentos passaram a noite dentro dos veículos, estacionados no Depósito do Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE/PA), em Ananindeua, onde os equipamentos ficam armazenados durante o ano. A partir das 6h, saem os primeiros veículos levando as urnas para os locais de votação. Até às 8h, todos os veículos devem estar em rota de distribuição.

Segundo Ricardo Vieira, chefe do Núcleo Gestor de Urnas Eletrônicas do TRE Pará, a distribuição terá início pela 29ª Zona Eleitoral, que abrange os bairros do Condor, Guamá, e Universitário, e uma parte das ilhas de Belém, entre elas, Cumbu, Ilha do Murucucu e Ilha Grande, conforme o mapa das zonas eleitorais de Belém.

Ricardo explica que a preparação após a chegada da urna ao local de votação varia de acordo com a logística da zona, mas geralmente cada escola tem uma sala específica para guardar os equipamentos. “No mesmo dia da entrega, a equipe do cartório via até esses locais e monta as seções eleitorais em cada sala. E nas zonas que vão entregar no dia 28, geralmente a montagem começa no sábado”, ressalta.

Serão utilizadas 2.724 em seção, na capital paraense, e 1.086 em Santarém, totalizando 3.810 equipamentos nos locais de votação. “As urnas de contingência representam de 10% a 15% desse total”, ressalta Ricardo Vieira. Ou seja, segundo ele, para este segundo turno, serão reservadas cerca de 400 urnas de contingência, preparadas para substituir os equipamentos, caso haja alguma intercorrência durante a votação.

Conforme informações divulgadas pelo Tribunal Regional Eleitoral, ao acabar a apuração, há ainda a logística de retorno e grande parte desse material distribuído em dois dias volta para o depósito no mesmo dia da eleição, após a votação: cerca de 70% volta no domingo e 30% na segunda-feira.

“As urnas ficam armazenadas esperando um período que a gente chama de sessentena; são cerca de 60 dias sem a gente poder fazer nenhum tipo de manutenção. Quando está liberado, já começamos a fazer a manutenção das urnas eletrônicas para a próxima eleição. Elas passam por uma série de testes que nós chamamos de ‘manutenção preventiva’. No ano, o nosso parque de urnas passa por três ciclos de manutenção – geralmente, dura quatro meses cada ciclo”, explica Ricardo Vieira.

Esses testes consistem em limpeza da urna, remoção de lacres, teste dos componentes internos, dos teclados, do display, além da substituição de peças. “Em alguns casos, elas precisam de uma manutenção que a gente chama de ‘manutenção coletiva’, que são os casos em que elas estão com defeitos mais graves e a gente tem que acionar a assistência técnica, que vem e troca a peça que for necessária, como LCD, teclado, placa-mãe”, detalha.

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