Após tentativa de assalto, vendedor de farinha é feito refém na Pedreira

Após mais de uma hora e meia de negociação, o trabalhador foi liberado em segurança. Os dois envolvidos se entregaram. Uma das armas é da Polícia Militar.

Redação Integrada de O Liberal

Um vendedor de farinha foi feito refém na manhã desta sexta-feira (6), na avenida Pedro Miranda, no bairro da Pedreira, em Belém. Dois homens estavam envolvidos no crime. Um deles foi identificado como Mateus Teixeira, de 21 anos, que portava uma pistola ponto 40 (de calibre exclusivo das polícias e forças armadas). O outro, supostamente, é adolescente. Ele estava com uma pistola ponto 380, mas entregou ao comparsa. As armas foram apreendidas assim que eles se entregaram.

O delegado Daniel Castro, diretor da Seccional da Pedreira, observa que a pistola ponto 40 tem o brasão da Polícia Militar. Durante a negociação, um deles mencionou que tinha um parente policial. A identidade correta dos envolvidos e a origem da arma da PM serão investigadas. Relatos serão colhidos para identificar outras possíveis vítimas assaltadas.

Laércio Rocha, de 57 anos, foi o refém. Ele disse que os dois criminosos chegaram correndo com as armas em mãos. Ele pediu calma. Afirmou que apensar de não quererem se entregar, garantiram que não fariam nada com ele. Nas ligações para as famílias, os dois rapazes diziam que tinham medo de serem mortos pelos policiais.

As primeiras informações são de que Mateus e o adolescente em conflito com a lei tentaram assaltar uma farmácia. O estabelecimento fica na esquina da travessa Angustura com a Pedro Miranda. Eles não conseguiram ao avistar a polícia. Na fuga, foram encurralados. O vendedor foi a primeira pessoa que encontraram e o fizeram refém. 

Policiais Militares — padrão e Rotam —, polciais civis da Pedreira e agentes do Comando de Operações Especiais (COE) estiveram no local. Foi mais de uma hora e meia de negociação. Tudo para que o criminoso e o adolescente se entregassem e liberassem, em segurança, o vendedor de farinha. Antes de se entregar, Mateus destruiu o celular que tinha. Nessas situações, isso costuma ser feito para tentar evitar a extração de dados e informações.

Quem precisar passar pela avenida, entre as travessas Barão do Trinunfo e Angustura, precisa ter paciência. O trânsito está lento. Há muitas pessoas aglomeradas.

Familiares dos envolvidos no crime estiveram no local. A esposa e a tia de um deles ajudou a negociar a rendição.

Polícia
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