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TJPA realiza audiência de instrução processual de policial civil que matou advogado em Belém

O crime ocorreu no dia 30 de novembro de 2025, em frente a uma casa de festas localizada na avenida Rodolfo Chermont, próximo à Rua da Marinha, no bairro da Marambaia

O Liberal
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A audiência de instrução processual da morte do advogado criminalista Carlos Alberto dos Santos Costa Júnior, de 35 anos, ocorre nesta sexta-feira (24/4), em Belém. O investigador José Tiago Barros da Costa, da Polícia Civil, é suspeito de cometer o crime, que ocorreu no dia 30 de novembro de 2025, em frente a uma casa de festas localizada na avenida Rodolfo Chermont, próximo à Rua da Marinha, no bairro da Marambaia.

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A Polícia Civil confirmou a ocorrência e informou, por meio de nota, que um inquérito policial foi instaurado pela Divisão de Crimes Funcionais (DCRIF), vinculada à Corregedoria-Geral

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Defesa argumenta que agente de segurança se defendeu de uma agressão da vítima

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Servidor da Coordenadoria de Operações Especiais prestou depoimento e foi liberado, enquanto a defesa alega legítima defesa.

O caso tramita na 3ª Vara do Tribunal do Júri de Belém, sob a presidência do juiz Cláudio Hernandes Silva Lima. De acordo com o Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), até as 10h, duas testemunhas tinham sido ouvidas, incluindo a mulher que estava acompanhando o advogado na data do ocorrido.

O caso

Informações apuradas pela reportagem apontam que a confusão teve início dentro do estabelecimento. O policial teria supostamente olhado para a esposa do advogado, que foi até a mesa do servidor para tirar satisfação. A discussão seguiu para a área externa da casa de festas.

Do lado de fora, segundo relatos preliminares de testemunhas, Carlos Alberto teria avançado em direção ao policial segurando uma garrafa de vidro. O investigador tentou correr, mas o advogado se aproximou novamente. Nesse momento, o policial sacou a arma e efetuou os disparos que atingiram e mataram a vítima no local.

Imagens de câmeras de segurança próximas ao ponto do crime mostram o policial, vestindo camisa vermelha, sendo retirado da área instantes após os tiros. A gravação não registra o destino tomado pelo atirador.

No dia seguinte ao episódio, 1º de dezembro de 2025, José prestou depoimento na Divisão de Crimes Funcionais (Decrif) e foi liberado em seguida. Na ocasião, a defesa do suspeito alegou que o servidor se defendeu de agressão de Carlos Alberto. O investigador foi afastado de suas funções e ficou restrito a atividades administrativas, de acordo com a Polícia Civil.

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