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Polícia Civil confirma prisão de suspeito de participar de pancadaria entre torcidas no conjunto CDP

Briga resultou em lesões causadas por pedras. Polícia diz que continua com diligências para encontrar outros envolvidos

Dilson Pimentel

A Seccional da Sacramenta da Polícia Civil confirmou no início da tarde desta terça (12), por meio de nota. que prendeu, em flagrante, um suspeito de ter participado da briga entre torcedores ocorrida no conjunto CDP, em Belém, na noite deste domingo (10). Reveja:

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"O homem, que lesionou uma das vítimas com pedras, foi preso no bairro do Barreiro e está sendo autuado por tentativa de homicídio", disse a nota da Polícia Civil. "As equipes continuam em diligências para localizar mais envolvidos no crime".

Pancadaria levou a buscas da polícia


Eram aproximadamente 20h30 quando uma violenta briga ocorreu na travessa Rio Paru, perto da avenida dos Tucunos, próximo a um quartel da Polícia Militar. Horas depois, na madrugada, duas pessoas foram baleadas no conjunto e uma delas morreu. Para a PM e para a PC, a princípio, não há relação entre os casos.

Ainda não se sabe exatamente como a pancadaria começou, mas possivelmente foi em um barzinho, onde várias pessoas assistiam ao Re-Pa. As torcidas rivais se encontraram no meio da rua. As agressões terminaram com duas pessoas no chão, ensanguentadas e desacordadas.

Nos vídeos, moradores gritam de medo. Só que um dos vídeo que chegou às redes sociais foi de uma mulher, que vibrava ao ver um dos homens no chão. "Foi sal, foi sal!", ela gritava. A PM chega e então isola a área, dispersando a briga. Porém, ninguém é preso, inclusive a mulher que passa ao lado das viaturas.

Nas imagens, várias pessoas aparecem se mobilizando para tentar manter as vítimas acordadas, enquanto o socorro é acionado. Neste caso, também houve um homem socorrido pelo Samu 192 e outro em um veículo particular.

Na manhã seguinte à briga, marcas ainda estava no chão (Victor Furtado / O Liberal)

Na manhã desta segunda-feira (11), moradores da travessa rio Paru ainda estavam assustados com a noite de terror vivida no CDP. Ninguém quis se identificar e poucos queriam comentar. Apenas dois homens se manifestaram, dizendo não compreender o porquê de tanta violência por causa de futebol.

Pelo chão, as marcas de sangue, paus, pedras e resíduos sólidos e líquidos do consumo excessivo de bebidas alcoólicas. Os espancados não eram da área, ao menos como apontaram as pessoas ouvidas na reportagem.

A redação integrada de O LIberal segue apurando o caso. Acompanhe.

Polícia
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