Polícia Civil prende 18 por abuso e exploração sexual no Marajó

Esta foi a maior operação executada no arquipélago nos últimos anos

Valéria Nascimento

Agentes da Polícia Civil do Pará prenderam 18 pessoas em cidades distintas, do arquipélago do Marajó, nesta segunda-feira (5), na operação “Resgate Marajó”. A iniciativa previa o cumprimento de 22 mandados de prisão preventiva nesta que foi a maior operação, nesse formato, executada no arquipélago nos últimos anos, considerando o combate ao abuso e exploração sexual.

No município de Soure, por exemplo, foram feitas duas prisões; em Salvaterra, uma prisão; em Muaná, 11; em Ponta de Pedras, duas e em Cachoeira do Arari, outras duas prisões. A Polícia Civil informou que após a fase de investigação, todas as delegacias do Marajó Oriental realizaram um planejamento estratégico para cumprir os mandados de prisão preventiva. 

A iniciativa foi coordenada pela Diretoria de Polícia do Interior (DPI), sob o comando do titular, o delegado José Humberto Melo Junior. Na operação, se fez necessário uma logística diferenciada pois que os deslocamentos ocorreram pelos rios da região.

O nome de batismo da Operação foi tirado, frisaram os agentes, em razão da complexidade no processo de apuracão dos casos, já que grande parte ocorre dentro do ambiente familiar, tornando a vítima refém de uma violência que costuma retira-lhe a infância e o direito dela crescer em um lugar seguro.

Na imagem, um dos 18 presos na Operação Resgate Marajó, nesta segunda-feira (5).

Polícia
.

Desculpe pela interrupção. Detectamos que você possui um bloqueador de anúncios ativo!

Oferecemos notícia e informação de graça, mas produzir conteúdo de qualidade não é.

Os anúncios são uma forma de garantir a receita do portal e o pagamento dos profissionais envolvidos.

Por favor, desative ou remova o bloqueador de anúncios do seu navegador para continuar sua navegação sem interrupções. Obrigado!

MAIS LIDAS EM POLÍCIA