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PM morre horas após ser atingido com tiro na cabeça, em Ananindeua

Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Metropolitano, mas não resistiu

O Liberal

O cabo da Polícia Militar Hudson Conceição Rezende, de 40 anos, morreu horas após dar entrada no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência. A informação foi confirmada por fontes oficiais e pessoas próximas ao militar. Ele foi vítima de uma tentativa de assalto, nas primeiras horas da manhã deste sábado (20), no bairro de Águas Lindas, em Ananindeua, região metropolitana de Belém.

Segundo informações do 30º Batalhão de Polícia Militar, o agente estava saindo da casa da namorada para deixá-la no trabalho, por volta das 6h30, quando foi surpreendido por um motociclista armado, que anunciou um assalto.

Hudson reagiu e acertou um tiro na altura do tórax do criminoso, mas também acabou sendo alvejado com um disparo na cabeça. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Metropolitano, onde recebeu atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no bloco cirúrgico da unidade hospitalar. O criminoso morreu ainda no local do homicídio.

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Policial militar é atingido com tiro na cabeça nas primeiras horas da manhã deste sábado, em Ananindeua Ele foi socorrido e levado para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, onde será submetido a procedimento cirúrgico

Um vídeo que começou a circular nas redes sociais, logo após o crime, mostra o militar ainda com vida caído ao chão. Nas imagens, ele aparece agonizando enquanto aguarda o socorro.

Policiais do 30º Batalhão estiveram no local para levantar as primeiras informações sobre o caso e descartaram a possibilidade de “execução de agente de segurança pública”. “Estamos descartando a hipótese de atentado, porque era apenas um indivíduo”, informou o Batalhão.

(Reprodução / Redes sociais)

Hudson era lotado no município de Jacundá, sudeste paraense. Não há informações sobre o velório e enterro do militar. O Centro Integrado de Atenção Psicossocial da Polícia Militar presta apoio aos familiares para auxiliar nos procedimentos necessários. “A PM se solidariza com familiares e amigos neste momento de dor e reflexão”, declarou a instituição.

A equipe de reportagem entrou em contato com a Polícia Civil. Em nota, a PCPA, por meio da Divisão de Homicídios, disse que instaurou um inquérito policial para apurar o caso, que tem características de latrocínio, quando se mata para roubar.

Polícia
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