Dois suspeitos de assaltar uma joalheria no Boulevard Shopping, em Belém, no dia 25 de janeiro, foram mortos pela Polícia Civil nesta sexta-feira (27). O confronto ocorreu no bairro de Águas Lindas, no limite entre Belém e Ananindeua, quando os policiais iniciaram uma abordagem no local onde os criminosos estariam escondidos. Houve troca de tiros, mas não há registro de policiais feridos. Outros dois suspeitos - um homem e uma mulher - foram presos. VEJA MAIS Joalheria é alvo de criminosos no shopping Boulevard, em Belém Ainda não há informações sobre o que foi levado da joalheria. Os criminosos conseguiram fugir e estão sendo procurados pela polícia Assalto com refém: criminosos fazem reféns em joalheria na Augusto Montenegro Dois homens tentam assaltar uma loja e, com a chegada da polícia, um deles faz vítima de refém Operação no Complexo do Alemão: paraense baleado é suspeito de assalto à joalheria do RJ Hideraldo Alves, vulgo Esquilo Doido ou Skilo Doido, seguia internado na manhã desta sexta (23) As informações foram confirmadas pela Polícia Civil, na noite desta sexta-feira (27), por nota enviada à Redação Integrada de O Liberal. "Na chegada, os criminosos reagiram com disparos contra os policiais civis, que revidaram. Dois homens foram atingidos e não resistiram aos ferimentos. Um homem e uma mulher foram presos", diz o comunicado. Os presos estão sendo ouvidos e poderão levar a outros membros do bando e destino dos produtos do roubo. Por enquanto, ainda não há um balanço total dos prejuízos sofridos pela joalheria e o que exatamente foi levado. A PC também não informou o que foi apreendido com os criminosos durante a abordagem desta sexta-feira. Por nota, o Boulevard Shopping esclareceu "que está à disposição das autoridades para contribuir com as investigações”. Outra informação que está em investigação pela Polícia Civil é se os suspeitos do assalto foram os mesmos que participaram de um roubo a uma joalheria do Village Mall, no Rio de Janeiro, em junho de 2022. No assalto, um segurança foi morto. À época, informações cruzadas entre as autoridades cariocas e a Polícia Civil do Pará apontaram a presença de paraenses no crime.