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Casal é preso em Belém suspeito de homicídio relacionado a divisão de bens

Os suspeitos Jacob Leal dos Santos e Cláudia Ataíde Palheta foram apresentados na Seccional de São Brás e estão à disposição da Justiça

O Liberal
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Jacob Leal dos Santos e Cláudia Ataíde Palheta foram presos preventivamente nesta quinta-feira (16), no distrito de Icoaraci, em Belém, suspeitos de envolvimento no assassinato do Severino da Silva Nascimento Júnior, de 57 anos. O crime ocorreu em maio do ano passado, no bairro de Canudos, na capital paraense, no momento em que a vítima saía para trabalhar e foi cometido por dois homens que estavam em uma bicicleta. Os suspeitos foram apresentados na Seccional de São Brás e estão à disposição da Justiça.

De acordo com o delegado Tarsio Martins, da Polícia Civil, responsável pela ação que culminou com as prisões, Cláudia e Severino estavam em processo de separação, após 25 anos de união estável. As investigações apontam que a suspeita estava mantendo um caso extraconjugal com Jacob. E o crime pode ter sido motivado pela venda de uma casa, avaliada em R$ 120 mil, que o ex-casal tinha.

image Delegado Tarsio Martins explica que as investigações prosseguem no sentido de identificar quem foram os autores diretos do assassinato. (Foto: Cláudio Pinheiro/ O Liberal)

“Foi identificado que a vítima vivia em uma união estável com uma mulher, que hoje foi presa preventivamente, pois foi provado a materialidade do crime e indícios fortes de autoria por parte dela, na condição de mandante. Eles estavam em processo de divórcio. Isso ficou claro na investigação. Ela estava tendo um relacionamento extraconjugal com o homem que foi preso hoje”, comentou o delegado, ao acrescentar que atualmente Cláudia e Jacob estavam em uma união estável. O casal vivia em uma residência no distrito de Icoaraci, onde ocorreram as prisões.

“A motivação que ficou mais plausível durante a investigação tem a ver com recursos financeiros, recorrentes da divisão de bens do casal, sobretudo a venda de uma casa de R$ 120 mil, que a princípio seria dividida entre a mulher que foi presa hoje e a vítima”, revelou Martins.

O delegado acrescentou que as investigações prosseguem no sentido de identificar quem foram os autores diretos do assassinato. A Polícia Civil já conseguiu confirmar, por meio da quebra de sigilos telefônicos, que Jacob estava na cena do crime. Mas não é possível afirmar se foi ele quem atirou em Severino. “Apesar da gente não poder afirmar a questão da execução em si, mas o homem preso na data de hoje estava no local do fato. Isso ficou provado”, afirmou o delegado.

“Isso foi uma grande contradição por parte dele, porque contrariou uma série de declarações prestadas por ele anteriormente. A partir daí despertou uma suspeita. Hoje, informalmente, ele passou a falar que isso foi uma triste coincidência”, finalizou.

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