Desde 2009, a comercialização, importação, fabricação, transporte e propaganda desses dispositivos são proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
A agência reguladora determinou a proibição de todos os lotes do azeite de oliva extra virgem após identificar inconsistências nos dados das empresas responsáveis
Para ser comercializado, o produto não poderá conter substâncias de efeito letal ou de toxicidade permanente e deverá ter a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
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