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Prefeitura de Baião decreta situação de emergência devido às fortes chuvas

Decreto informa que a situação do município se agravou no último dia 15

Ana Laura Carvalho / O Liberal

O prefeito​​ de Baião, Lourival Menezes, decretou nesta sexta-feira (21), situação de emergência na cidade devido às chuvas intensas que atingem o município do nordeste paraense. De acordo com o Decreto Nº 011/2022, dados coletados do pluviômetro automático do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), desde o mês de novembro do ano passado, foi registrado o acúmulo de aproximadamente 1065,2 milímetros de chuva.

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Segundo a prefeitura, o agravamento da situação ocorreu no último dia 15 de janeiro, quando foram registradas erosões nas principais ruas de acesso às comunidades afetadas, dentre outros problemas, como as cheias dos rios, destruição de pontes e formação de grande quantidade de lama na cidade. Com isso, ​​atualmente, 19.650 pessoas estão sendo atingidas, sendo 240 famílias na sede do município, 4.800 famílias na zona rural e 1.200 ribeirinhos estão desalojados.

Além disso, o decreto informa que, aproximadamente 780 km de estradas estão intrafegáveis devido estarem debaixo d’água. Tem se observado também deslizamentos de terra nas encostas dos rios, próximas ​​às residências, afetando principalmente a população da zona rural.

Com a publicação do decreto, fica autorizada a mobilização de todos os órgãos municipais para atuarem sob a supervisão da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec) nas ações de resposta ao desastre, assim como está permitida a convocação de voluntários e realização de campanhas de arrecadação de recursos para ajudar as famílias afetadas.

Dentre outras medidas que estão sendo tomadas, a prefeitura está fazendo o levantamento de dados das famílias para verificar a possibilidade delas serem incluídas no Programa Recomeçar, do Governo do Estado, que oferece, em parcela única, o benefício de um salário mínimo (R$ 1.212,00) às famílias que foram gravemente afetadas por desastres naturais, no primeiro semestre deste ano.

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Pará
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