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Gestão do Abelardo Santos apura caso de respiradores e nega que estivessem escondidos em parede

Segundo o Instituto de Saúde Social e Ambiental da Amazônia (Issaa), os equipamentos já estão em uso

Redação Integrada O Liberal

O Instituto de Saúde Social e Ambiental da Amazônia (Issaa), organização social de saúde (OSS) que é responsável pela administração do Hospital Regional Dr. Abelardo Santos (HRAS), no distrito de Icoaraci, em Belém, em contrato firmado com a Secretaria de Saúde Pública do Estado do Pará (Sespa), publicou neste domingo (18) uma nota em que nega a denúncia de que havia 19 respiradores escondidos em uma parede falsa na unidade, conforme matéria publicada na imprensa. A nota da OSS, encaminhada oficialmente através da Secretaria de Estado da Saúde do Pará (Sespa), diz ainda que as máquinas já estão em uso. 

A denúncia surgiu em matéria da CNN Brasil, publicada na tarde deste sábado (17). Segundo a reportagem, uma vistoria feita no Abelardo Santos teria descoberto os novos respiradores em uma parede falsa, em uma sala da unidade hospitalar, durante o processo de troca de gestão da Organização Social de Saúde (OSS) Santa Casa de Misericórdia de Pacaembu, que administrava o hospital, no dia 22 de março.

Também procurada pela redação integrada de O Liberal, a Sespa encaminhou à redação apenas a nota emitida pela direção do Instituto de Saúde Social e Ambiental da Amazônia (Issaa) sobre o caso. Nessa nota, a Issaa afirma que os equipamentos foram "identificados na troca da gestão" e "estavam em uma sala nas dependências do hospital".

Segundo também detalhou a OSS, após uma análise técnica, os 19 respiradores teriam sido "imediatamente colocados em uso, o que possibilitou a abertura de mais Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) exclusivas aos pacientes com a covid-19". A direção do Abelardo Santos ressaltou ainda que "uma investigação interna está sendo realizada para apurar os fatos", diz em seu comunicado, enviado à redação de O Liberal pela Sespa.

De acordo com a apuração da CNN, uma funcionária do hospital, que preferiu não se identificar, teria afirmado que os respiradores estavam atrás de uma parede falsa no auditório do prédio e que foi preciso quebrar a parede para terem acesso aos equipamentos. Segundo ela, o patrimônio do hospital é contabilizado e os 19 respiradores foram registrados, mas estavam desaparecidos; e que o setor financeiro da Sespa estava à procura dos equipamentos.

A Redação Integrada O Liberal está procurando também a Organização Social de Saúde (OSS) Santa Casa de Misericórdia de Pacaembu para comentar o caso, e aguarda resposta.

Pará
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