Israel: Netanyahu aceita convite de Trump para fazer parte do 'Conselho da Paz' sobre Gaza
O "Conselho da Paz" foi originalmente concebido para que líderes mundiais supervisionem o plano de cessar-fogo na Faixa de Gaza
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, concordou nesta quarta-feira (21) em se juntar ao "Conselho da Paz". A iniciativa foi elaborada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
A decisão de Netanyahu ocorre apesar de o governo israelense ter criticado previamente a inclusão da Turquia no Comitê Executivo da iniciativa de paz.
Inicialmente, o "Conselho da Paz" foi concebido para que líderes mundiais supervisionassem o plano de cessar-fogo na Faixa de Gaza. Trump, no entanto, expandiu os convites a dezenas de nações.
Escopo global do "Conselho da Paz"
O presidente norte-americano sugeriu que o órgão passará a mediar conflitos globais. A ideia é que funcione de forma semelhante ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).
Detalhes adicionais sobre o "Conselho da Paz" serão anunciados por Donald Trump na quinta-feira, 22. A divulgação está prevista para ocorrer durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.
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