Incêndios florestais no Chile deixam 16 mortos e 50 mil desalojados
O Chile enfrenta um cenário de eventos climáticos extremos desde o início de 2026, com sucessivas ondas de calor que têm favorecido a propagação das chamas
Os incêndios florestais que atingem o sul do Chile já causaram a morte de 16 pessoas e deixaram cerca de 50 mil desalojados, segundo confirmou neste domingo (18) o ministro da Segurança Pública do país, Luis Cordero Vega.
Diante da gravidade da situação, o presidente chileno, Gabriel Boric, decretou estado de emergência nas regiões de Ñuble e Biobío, áreas que concentram o maior número de focos de incêndio. As duas regiões ficam a aproximadamente 500 quilômetros ao sul da capital, Santiago.
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Em publicação nas redes sociais, Boric afirmou que todos os recursos do governo estão mobilizados para enfrentar a crise. “Em resposta aos incêndios florestais em curso, declarei estado de emergência nas regiões de Ñuble e Biobío. Todos os recursos estão disponíveis”, escreveu o presidente.
O Chile enfrenta um cenário de eventos climáticos extremos desde o início de 2026, com sucessivas ondas de calor que têm favorecido a propagação das chamas. As autoridades classificam os incêndios como devastadores.
Uma força-tarefa atua no combate ao fogo, reunindo diferentes órgãos do governo. A Agência Nacional de Prevenção e Resposta a Desastres (Senapred) também realizou uma coletiva de imprensa para atualizar a população sobre a situação nas áreas afetadas.
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