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Coreia do Sul reforça medidas de distanciamento social após surto em Seul

Aglomerações com mais de 100 pessoas em espaços externos e com mais de 50 pessoas em ambientes internos estão proibidas

Agência Estado

A Coreia do Sul disse que vai reforçar as suas medidas de isolamento social para combater um novo surto de covid-19 na capital, Seul. A partir de quarta, 19, aglomerações com mais de 100 pessoas em espaços externos e com mais de 50 pessoas em ambientes internos estão proibidas, ao passo que o governo tem aconselhado a população a ficar em casa, evitando saídas não essenciais.

Nesta terça-feira, 18, foram mais 246 novos casos registrados, sendo 235 de transmissões locais, marcando o quinto dia seguido que o Centro de Controle e Prevenção de Doenças sul-coreano (KCDC) reporta mais de 100 casos diários. A nova onda de contaminações tem origem em uma igreja em Seul. Segundo o KCDC, 457 casos ligados ao surto foram confirmados. Ao todo, o órgão contabiliza 15.761 infectados na Coreia do Sul.

A Alemanha reportou hoje mais 1.390 infecções confirmadas nas últimas 24 horas, mantendo a taxa de novos casos acima de 1.000, assim como ocorreu na maior parte dos dias da semana passada. O Instituto Robert Koch, agência de saúde alemã, somou até agora 225.440 infectados e 9.236 óbitos causados pela covid-19 no país. Diante do aumento dos casos da doença, a chanceler Angela Merkel rechaçou hoje qualquer flexibilização das regras sanitárias do país, e pediu à população alemã que respeite as determinações do governo, como a obrigatoriedade do uso de máscaras em certos locais públicos.

As máscaras de proteção também devem se tornar obrigatórias em ambientes internos de trabalho na França, segundo informou hoje a ministra do Trabalho do país, Élisabeth Borne, à agência de notícias

. O governo francês já exige o uso do equipamento no transporte público e em locais que tendem a receber aglomerações. Com 256.534 casos confirmados, a França é a quarta nação europeia com o maior número de infectados, segundo dados compilados pela Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos.

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