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Último Lance: Rodrigo Pimpão explica 'namoro' com o Remo e Valeny Silva fala de agressão no Re-Pa

Videocast recebeu personagens azulinos na redação integrada de O Liberal.

Caio Maia

Amor à primeira vista. Assim pode ser descrita a relação do atacante Rodrigo Pimpão com o Remo. Um dos entrevistados do videocast Último Lance nesta segunda-feira (18), o novo contratado azulino disse que o namoro com o Leão Azul é antigo. Durante a conversa na redação integrada de O Liberal, Pimpão também falou sobre a estrutura do clube e avaliou as possibilidades azulinas de conseguir o acesso à Série B no final da temporada. 

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"Quando eu vim jogar pelo Operário contra o Remo ano passado, pela Série B, já senti alguma coisa especial. Ali começou um namoro com o clube. Em dezembro, o Bonamigo me ligou e disse que me queria no Remo. Eu avisei que tinha contrato com o Operário, mas que poderia vir no ano seguinte. O Campeonato Paranaense acabou e aceitei vir a Belém", disse Pimpão. 

Rodrigo Pimpão, atacante do Remo, é entrevistado pelo programa Último Lance (Sidney Oliveira/ O Liberal)

Sobre a campanha azulina na Série CPimpão avalia que o Remo é um dos favoritos à classificação à próxima fase. Segundo ele, um bom desempenho na competição passa por resultados positivos em casa. O atacante, inclusive, já estipulou uma meta de quantos pontos devem ser feitos para alcançar o quadrangular de acesso. 

"Pelo cálculo que estou fazendo, devemos marcar entre 25 e 30 pontos para passarmos à próxima fase. Levei como parâmetro o primeiro turno das Séries A e B", informou. 

O Remo volta a campo nesta terça-feira (19), mas pela Copa do Brasil. A equipe azulina enfrenta o Cruzeiro, às 21h30, no estádio Baenão, em Belém, pela terceira fase do torneio. A partida terá transmissão Lance a Lance pelo Oliberal.com. 

'Fui agredida por alguém que conhecia'

Legenda (Tarso Sarraf/O Liberal)

Além de Pimpão, o programa Último Lance recebeu a diretora de operações e logísticas do Remo, Valeny Silva. Na entrevista, a dirigente remista relembrou o episódio de agressão sofrido no Re-Pa, que deu o título paraense ao clube azulino. Segundo ela, até hoje, o caso ainda causa bastante choque.

"Fui agredida por alguém que estava em reuniões comigo, planejando o jogo. Não era uma pessoa desconhecida, mas sim alguém que estava do meu lado o tempo inteiro", disse Valeny.

A pessoa a quem ela se refere é o coordenador de segurança do Paysandu, Luciano Mendes. O episódio foi registrado pelas câmeras que transmitiam a partida. Valeny, assim como o diretor de base do Remo, Marcelo Bentes.

Valeny lembra que o episódio foi mais um de inúmeros casos recentes de violência contra as mulheres dentro dos estádios. Ela, inclusive, comparou a agressão com a sofrida pela auxiliar de arbitragem Marcielly Netto, no Campeonato Capixaba, e ressaltou a importância do registro policial do caso.

"Eu fiz o Boletim de Ocorrência do caso e estou seguindo com o processo. Quero ir com ele até o fim, onde for necessário", destaca. 

Remo
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