Torcedor guarda lembrança de jogos memoráveis do Remo na Série A

José Luiz Caldeira dos Santos, 66 anos, comerciário

José Luiz / Especial para O Liberal

Porque ser remista não é apenas torcer por um time de futebol, é ser mais, é ter no coração a paixão pelo Clube do Remo.

Sou remista, por herança de meu saudoso pai. Quando criança por volta dos 10, 11 anos ele me levou para assistir ao clássico Rei da Amazônia, no estádio Evandro Almeida, o Baenão. Pelo lado azul, com a camisa cinza de goleiro estava o inesquecível François Thijm, um holandês da antiga Guiana Holandesa, que gostou tanto de uma apresentação do Leão naquele lugar que não teve dúvida em vir com a delegação e defender o Leão Azul com unhas e dentes, pelo lado do vizinho, estava Bené atração bicolor na época. Confesso, que saí um pouco frustrado, porque o jogo terminou com o placar em branco.

Já adulto, entre muitos jogos que assisti, destaco o jogo entre o Flamengo 1 x 2 Remo, ano de 1975, em pleno Maracanã, com os gols do  Alcino e Mesquita. Outra partida é Remo 3 x 0 Palmeiras, que aconteceu no ano de 1978, tendo como destaque pelo lado Alviverde o goleiro Leão, que antes do jogo, falou um monte de baboseiras sobre o estádio da Antônio Baena, pelo Brasileirão da Série A.

Bem, as lembranças são muitas de vitórias, empates e derrotas, mas, jamais esquecerei do memorável de 33 jogos contra o vizinho. Que na Série B de 2021 essas lembranças aumentem com muitas vitórias do meu Leão.

Remo
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