Remo: ações judiciais movimentam jurídico do clube; um dos processos cobra mais de R$ 6 milhões

Reportagem conversou com o advogado do clube, André Serrão

Redação Integrada

Nos últimos meses, o Remo conseguiu superar os problemas para honrar salários de atletas e funcionários e inclusive obter vitórias na Justiça. Mas a batalha para manter o Leão em uma situação favorável juridicamente teve um baque com vários processos sendo movidos contra o clube. Aliás, quase todos os casos são da gestão Manoel Ribeiro, execeto o caso do Boteco Azulino que foi firmado durante a gestão de Zeca Pirão.

O maior valor pedido é de uma ação de outubro de 2020, do Boteco Azulino - uma estrutura montada dentro do Estádio do Baenão -, que estava sob administração de Adriano Zell. O valor atribuído é de R$ 6.197.851,37 milhões. A equipe de O Liberal conversou com o advogado do Remo, André Serrão, que afirmou:

"Se a ação existir de fato, o Clube do Remo não foi citado. Mas adianto que o valor mencionado é completamente irreal. No Brasil você pode ajuizar uma ação e pedir o que quiser. Mas quem decide se a ação é procedente e qual o valor devido é somente o juiz. Se de fato houver um pedido desta monta creio que o Autor pecou pelo exagero".

Além disso, a American Factoring Comercial LTDA, que tem como sócio majoritário José Armando Torres de Arruda, também moveu um processo. Em novembro de 2020, a Justiça chegou a determinar o pagamento o pagamento da dívida (valor não revelado), sob pena de penhora dos bens do Clube. O Remo também tinha como escolha, opor-se à execução.

"American Factoring está cobrando uma nota promissória assinada por um ex-presidente do Remo, e o Clube está questionando a validade do título executivo, porque a Autora não demonstra qual foi a operação de fundo que deu origem a essa promissória", explicou André.

Por fim, Erika da Silveira Paes, que em junho de 2017, na apresentação do uniforme oficial do clube, foi contratada como uma das modelos e alega que não teria sido paga:

"Na ação da Erika da Silveira se cobra um valor baixo alegando que foi contratada para a apresentação de um uniforme, também de gestão anterior ao Fábio Bentes, e que não teria recebido. Se de fato ela não tiver recebido faremos o pagamento do valor que cabe a ela", concluiu o advogado.

Remo
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