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As histórias de uma década de ouro: Alex Dias e Agnaldo de Jesus falam sobre o Remo

Atletas protagonizaram histórias bem-sucedidas na década de 90

Redação Integrada

Sob o comando dos jornalistas Carlos Fellip e Felipe Saraiva,  o Geral na Live recebeu dois ídolos do Clube do Remo: os ex-jogadores Agnaldo de Jesus e Alex Dias. Ambos fizeram parte de times da década de 90, considerada o momento de ouro do Remo. O famoso tabu do Leão contra Paysandu, que totalizou incríveis 33 jogos, consolidou-se nesse período.   

Alex Dias, que fez sucesso em times do eixo sul e sudeste do Brasil, além de uma carreira bem-sucedida no futebol francês, revelou a gratidão com o Clube do Remo. "Fiz um teste no Baenão em 1992. Sou sempre grato ao Clube do Remo, que abriu as portas para mim. Eu já tinha desistido. Fiz um teste e não passei no Atlético-MG. E o Helenildo (gerente de banco) era amigo do Raimundo (Ribeiro). Foi ele que me levou para o Remo. Estava desanimado, mas disse que ia arriscar. Deu certo", relembrou. 
Alex também mostrou um sentimento de gratidão ao volante Agnaldo de Jesus, que na época, era uma liderança técnica do Leão. "É uma honra. Diferenciado". Hoje, o ex-atacante de Remo, Vasco e Goiás atua no meio do futebol. Alex detalhou que iniciou um projeto de auxílio ao clube azulino, mas que não foi concluído por conta da crise na saúde pública. "Eu sou sócio de um escritório que agencia jogadores. Estamos no meio do futebol. Tive um contato com um diretor (do Remo). Eu ia arrumar um patrocínio para o Clube do Remo. Mas, não deu certo porque essa pandemia parou tudo", afirmou. Ele também deixou no ar a possibilidade de fazer um jogo de despedida da carreira, que terminou em 2012. Quem sabe com a camisa azulina? "Tenho que fazer a despedida. Nunca fiz".    
Tanto Alex quanto Agnaldo concordaram que, a julgar pela história e torcida, "o Clube do Remo tem que disputar a primeira divisão". Agnaldo também explicitou parte da história da geração de 90. "Tinha respeito, não tinha vaidade. Era difícil perder para o Paysandu", frisou. 
Agnaldo, que é treinador de futebol, defendeu a ideia. "Nós temos o principal: a paixão do nosso torcedor. Falta o dirigente acreditar numa gestão profissional. Era para o Remo estar numa situação precária. Mas, a torcida arrasta", afirmou. 
Sobre o momento do futebol brasileiro e mundial, o Seu boneco colocou. "Ficou robotizado, burocrático. Acabou um Ageu Sabia, Alex Dias, aquela improvisação. Nós precisamos do futebol raiz, do futebol moleque". 
Agnaldo também revelou a história em que Juninho Pernambucano, ídolo do Vasco e do Lyon, da França, mostrou carinho com o seu histórico. "Eu encontrei ele em um aeroporto. E pedi para ele tirar uma foto comigo. E ele disse: eu que quero tirar foto contigo! Ele disse que quando acabava o treino do Sport, ele ia me ver treinar".  
 
 

 

 

Remo
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