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Torcedora do Paysandu agradece aos pais por amor ao clube

Ana Laura Góes, 29 anos, Pedagoga

Ana Laura Góes / Especial para O Liberal

Ser Paysandu é poder compartilhar um gol, uma vitória, como se fosse uma aprovação de vestibular. Só quem é quem é paraense sabe do que eu estou falando. Sou torcedora do Paysandu de coração e alma, desde a barriga da mamãe.

Meu amor pelo Paysandu começou há muitos anos, quando meu pai me apresentou essa paixão. Filha de um torcedor assíduo, sócio remido, sócio torcedor, colecionador de camisas, copos, canecas e tudo referente ao clube, daqueles que segue o Papão, vai nos treinos e jogos. Minha mãe é daquelas que sofre, grita, briga e vibra com o Paysandu, isso eu tenho certeza que herdei dela, com muitas lágrimas envolvidas.

O Paysandu tem feito parte da história da minha família por muitos anos, e pretendo levar isso para as futuras gerações, porque é um amor único, inexplicável, que permite torcer vibrar, gritar e chorar, tudo ao mesmo tempo. São tantas histórias, que caberia em um livro de 500 páginas com direito a continuação.

É como diz em uma música: “Não tem como comparar, o meu rival não entende, o que ele tem em toda história, eu tenho só no paraense!”, ser torcedora do Paysandu é poder se orgulhar do maior detentor de títulos do Norte.

Obrigada pai, mãe e toda família por compartilharem esse amor bicolor comigo! Eu não me tornei Paysandu, eu nasci Paysandu, vou levar esse amor pra vida inteira e por várias gerações!

Paysandu
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