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Quadro Tático: ofensividade de Patrick Brey tem prejudicado defesa do Paysandu; veja soluções

Jogador pode ser o fator decisivo - bom ou ruim - na briga pelo retorno à Série B.

Caio Maia

O lateral-esquerdo Patrick Brey vive bom momento no Paysandu. Com 29 partidas disputadas e um gol marcado na temporada, o jogador caiu nas graças da torcida e tem se tornado uma das referências do Papão dentro de campo. Apesar disso, o atleta, conhecido pelas qualidades ofensivas, tem colecionado problemas na defesa. Às vésperas do início do quadrangular de acesso, Brey vive um dilema: ele pode ser o fator decisivo - bom ou ruim - na briga pelo retorno à Série B.

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Os problemas defensivos de Brey são causados, justamente, pelo exagerado ímpeto ofensivo. Quando ele sobe ao ataque para apoiar uma jogada bicolor, o jogador deixa uma brecha no primeiro terço de campo, que rotineiramente tem sido aproveitada pelos adversários. O Papão, inclusive, sofreu com investidas pelo setor nas últimas partidas.

O Quadro Tático desta semana explica quais as estratégias devem ser utilizadas por Márcio Fernandes para que os avanços de Brey não prejudiquem o Papão na reta final da Série C. Veja:

Povoar cobertura

João Vieira e Genílson tem atuado na cobertura de Brey na esquerda (John Wesley/Paysandu)

O futebol é um jogo de compensação. Se alguém avança é necessário que tenha uma cobertura para o setor. No Paysandu isso não é diferente. Por mais que os avanços de Brey sejam constantes, há sempre uma cobertura para a posição.

No entanto, quando as investidas de um jogador - como ocorre com Brey - passam a ser constantes é preciso que todo o sistema de cobertura seja refeito. O ideal é povoar um setor de campo, para que esses movimentos de compensação sejam melhores realizados.

Uma opção seria a escalação de três volantes. Como Brey participa com frequência do momento ofensivo, Márcio Fernandes poderia sacar um atacante e adicionar mais um meia defensivo, com objetivo de cobrir os ataques de Brey.

Outra opção seria a escalação de três zagueiros. Ter mais atletas no setor ajudaria na liberação dos laterais para o ataque. Essa mudança de formação também ajudaria Igor Carvalho, que passaria a ter mais poder de fogo pela lateral-direita.

Pikachu enfrentou mesmo 'problema'

Pikachu tinha problemas na marcação quando atuava pelo Paysandu (Rui Porto Filho / Agif)

Os avanços de Brey prejudicam o Paysandu em algumas partidas, assim como as investidas de Yago Pikachu traziam problemas à defesa bicolor em 2014 e 2015. A grande joia bicolor também era um jogador que contribuia muito para o momento ofensivo, mas pecava na marcação.

Para solucionar o problema, Mazola Júnior, em 2014, e Dado Cavalcanti, em 2015, escalaram um Papão com três volantes nas séries C e B. O objetivo, assim como já explicado anteriormente, era povoar a cobertura e deixar Pikachu sem tantas obrigações defensivas. Na Terceirona, o "guarda-costa" do lateral foi Djalma, função exercida por Jhonnatan na Segundona. 

Paysandu
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