Técnico do Paysandu fala sobre bastidores e proibição de pessoas no vestiário: 'Blindado'

Júnior Rocha gostou da atitude da diretoria em ter somente pessoas ligadas ao futebol diariamente frequentando o vestiário do Paysandu

Fábio Will
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O Paysandu passa por um momento de reconstrução. Após o rebaixamento para a Série C e a renúncia do então presidente Roger Aguilera, o futebol do clube, aos poucos vai mudando a forma de trabalho. O técnico do time, Júnior Rocha, falou sobre o ambiente do Papão, deu detalhes sobre bastidores importantes no dia a dia de um clube de futebol, além de citar que o Paysandu é um dos clubes mais organizados nos últimos anos por onde trabalhou.

“O que eu vejo no Paysandu, com essa diretoria que está presente diariamente, que tem ido aos treinamentos é a mesma que tem estado no vestiário conosco. O nível de organização do clube está muito grande. Talvez, dos últimos cinco, seis anos, é o clube mais organizado que eu tenha trabalhado”, disse em entrevista ao Programa “Golaço”, do jornalista Edson Matoso. Nesse período, o comandante bicolor teve passagens por Caxias-RS, Ferroviária-SP, Guarani-Sp, Inter de Limeira-SP, Figueirense-SC e Ypiranga-RS.

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Júnior Rocha foi direto ao ponto e afirmou que o vestiário é um local sagrado para esse elenco e que merece ser frequentado por quem vive o Paysandu diariamente. O treinador afirmou que essa atitude formada pelo departamento de futebol deixa o ambiente confiável e mais tranquilo para trabalhar.

“Foi feita uma reformulação geral ali (no clube). Hoje nosso vestiário é blindado, só entra quem está no nosso dia a dia. Isso é uma coisa muito importante para nós, pois ali é o nosso momento de cobrança, de apoio, de conversas íntimas que um grupo precisa. Sei que às vezes terá uma restrição ou outra, mas futebol tem que ser assim. Ele é feito para atletas, comissão técnica em dia de jogo”, falou.

O comandante bicolor falou sobre o que pensa de pessoas que querem ter esse tipo de acesso ao clube. Para ele, esse tipo de atitude mostra que o Paysandu é um clube organizado e que não pode se perder no processo.

“Eu sou sócio do Banco do Brasil, invisto meu dinheiro no Banco do Brasil. Tenho direito a voto, mas nem por isso entro dentro do Banco do Brasil e digo: ‘Eu gostaria que fosse assim. Eu quero entrar na sala do presidente, do diretor. Eu não faço isso e eu sou sócio. Em termos profissionais de quem já trabalhou nesse contexto, ele é muito organizado e não quer perder tempo com essas coisas”, comentou.

Júnior Rocha fez questão de enfatizar que os salários de todos dentro da Curuzu estão em dia e que isso mostra a valorização do trabalho dos quem estão à frente do clube

“Hoje o salário está em dia, nosso staff e funcionários estão em dia. Mês passado recebemos até antes. Então isso mostra a seriedade do que vai ser a temporada do Paysandu”, finalizou.

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