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Ex-presidente do Paysandu fala sobre venda de Pikachu. ‘Não tem documento que prove’; saiba mais

O advogado Alberto Maia concedeu entrevista ao radialista Agripino Furtado e revelou que os empresários que cobram cerca de R$ 40 milhões na justiça vêm tentando receber a quantia desde a gestão do também ex-presidente Vandick Lima

Luiz Guilherme Ramos

A venda dos direitos federativos do lateral-direito Yago Pikachu continuam rendendo ao Paysandu uma série de desajustes relacionados à quitação financeira do negócio. Os empresários que adquiriram os direitos federativos do atleta em 2012 e cobram na justiça cerca de R$ 40 milhões de indenização. De acordo com o ex-presidente do clube, a dívida não encontra respaldo legal.

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Alberto Maia concedeu entrevista ao radialista Agripino Furtado e comentou a ação proposta pelo empresário Luiz Henrique de Oliveira. Segundo ele, a transação feita na gestão de Luiz Omar Pinheiro acabou resvalando nas diretorias seguintes, que agiram da mesma forma, não reconhecendo o débito por conta das ausências de documentos que comprovassem a venda. 

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“Essa situação se arrasta há bastante tempo. Houve uma notificação na gestão do Vandick Lima, dessa alegação que fora feito uma negociação. Nós reunimos à época com o presidente e eu, como diretor jurídico e outros colegas. A notificação alegava uma suposta negociação, sem apresentar documentos provantes. Diante disso fica prejudicada qualquer análise de documentação, uma vez que não havia nenhuma documentação que corroborasse com as alegações do notificante”, explica. 

Empresários vão à Justiça e pedem indenização do Paysandu de R$ 40 milhões pela venda de Pikachu
Informação foi confirmada pelo presidente bicolor, Maurício Ettinger. 


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Vandick assumiu a presidência do Paysandu em 2013, seguido por Alberto Maia. Ambos, segundo diz, receberam as mesmas notificações. “Isso também aconteceu na minha gestão como presidente. Na época do diretor jurídico era o Alexandre Pires, nós reunimos com o Antonio Maciel e aconteceu novamente a mesma situação. Foi feita uma notificação encaminhada ao clube, sem apresentação de documento que comprovasse essa suposta alegação de que havia uma negociação”.

Maia acredita que os empresários tentam ganhar na justiça por não terem a documentação que comprove a venda dos direitos do atleta, que acabou permanecendo na Curuzu por mais três temporadas, com aumento salarial e 30% dos direitos para o atleta, que ao final de 2015, foi negociado com o Vasco da Gama, deixando os empresários a ‘ver navios’, uma vez que o clube alega que o contrato não teria tido a anuência de Yago.

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“Eu desconheço e inclusive tomei conhecimento que a gestão do Tony Couceiro foi notificado. Parece que eles notificam todos os presidentes para ver se conseguem algo. Agora fizeram o mesmo com o Maurício. Ele precisa de tranquilidade para resolver o problema. Nunca vi o documento e não foi apresentado nenhuma cópia do comprovante da negociação. Na gestão do Vandick e na minha não apresentaram comprovante”, encerra.

Paysandu
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