Após vídeo, Paysandu vai entrar com ação judicial contra o Remo e contra a FPF

Um funcionário do Remo foi gravado no momento em que arremessou um cesto de lixo contra torcedores do Paysandu no Re-Pa

Nilson Cortinhas

A reportagem apurou que o Paysandu vai entrar com medida judicial em desfavor ao Clube do Remo e a Federação Paraense de Futebol (FPF). Foi o tema de uma reunião entre a diretoria do clube, na manhã desta terça-feira (11), no estádio da Curuzu. 

A peça jurídica ainda está sendo concluída, contudo, perpassará sobre três temas. Contra o Remo, uma situação lamentável de violência. Um suposto funcionário da segurança do clube azulino atirou uma cesta de lixo em direção a torcida do Paysandu. Veja o vídeo:  

O Clube do Remo, por meio da sua assessoria de imprensa, informou que ainda está apurando o ocorrido no último domingo (9) e não esclareceu se, de fato, o infrator é funcionário do clube. 

Além disso, em desfavor a FPF, a diretoria bicolor condenou a atitude de supostos membros da Federação Paraense de Futebol que teriam trancado parte da delegação bicolor no túnel, dificultando o trabalho. Segundo a peça jurídica, membros da comissão técnica precisaram de remédios e o atendimento não foi célere em função do imprevisto. 

A reportagem conversou com o diretor de segurança da FPF, Cláudio Santos. Cláudio foi o delegado do último Re-Pa. Ele explicitou que apenas seis funcionários da comissão técnica de cada clube pode permanecer no gramado - que é o caso do treinador, auxiliar-técnico, preparador de goleiro, preparador físico, médico e massagista

Cláudio argumentou que seguiu expressamente as regras do Regulamento Geral das Competições. "Todos os integrantes da comissão técnica estavam. Não existiu nenhum membro que ficou de fora. Pode ser uma tentativa de acesso de pessoas não autorizadas. Compete ao delegado impedir isso, segundo regulamento geral". Cláudio citou os artigos sexto, oitavo e nono do Regulamento Geral, que tratam do acesso ao gramado restrito às pessoas autorizados. "Não houve reclamação, ninguém procurou árbitro do jogo, delegado, para falar sobre isso. Agora, todos têm o direito de peticionar algo", disse. 

Paysandu
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