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Fórmula 1: Red Bull rescinde contrato de piloto que fez comentários racistas durante live

A fala de Jüri Vips não foi bem recebida pela equipe, que já havia suspendido o vínculo

Aila Beatriz Inete

A Red Bull (RBR) anunciou na última terça-feira (28) que o estoniano Jüri Vips não faz mais parte da academia de pilotos do time austríaco da Fórmula 1. A decisão da equipe veio após a investigação feita sobre os comentários racistas e homofóbicos do piloto durante uma live na Twitch.

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Logo que os comentários chegaram até a Red Bull, a equipe decidiu suspender o vínculo do estoniano e abrir uma investigação. Em uma curta nota, o time oficializou a rescisão e disse que não apoia nenhum ato racista. 

Durante uma transmissão ao vivo no canal do neozelandês Liam Lawson, também piloto da academia da Red Bull, na Twitch, Vips usa o termo “nigga”, que é uma palavra ofensiva para se referir a pessoas negras. 

Em outro momento, Lawson, que está usando um chapéu rosa, tira o boné e joga para Vips. O estoniano pega o adereço e o coloca de volta na cabeça de Liam após dizer que “rosa é uma cor gay”. 

Vips disputa a Fórmula 2 - porta de entrada para a F1 - pelo time Hitech, que ainda não se pronunciou sobre o caso. Jüri ocupa a sétima posição no campeonato, com 51 pontos. O piloto estoniano era uma das apostas da Red Bull. Em 2021, o nome dele era cotado para assumir uma das vagas da Alpha Tauri, equipe parceira da austríaca. 

A decisão da Red Bull vem no momento em que as falas racistas do brasileiro Nelson Piquet sobre Lewis Hamilton chegaram até a Fórmula 1 e levantaram, novamente, as discussões sobre o racismo na modalidade. Até o momento, a equipe austríaca não se posicionou sobre o episódio.   

(Aila Beatriz Inete, estagiária, sob supervisão de Pedro Cruz, coordenador do Núcleo de Esportes)

 
 
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