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Torcedores aproveitam lançamento de novo álbum do Brasileirão para momento de nostalgia

Álbum deste ano conta com jogadores do Remo, e colecionadores mostram arquivo de figurinhas

O Liberal

O torcedor que é apaixonado pelo futebol é capaz de fazer e comprar de tudo para guardar de recordação, como os álbuns de figurinhas. Quem é exemplo disso é Alexandre Augusto, 25 anos, que desde 2006 reúne todos os álbuns possíveis da Copa do Mundo, além de uma vasta coleção virtual de álbuns antigos, da década de 1990.

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“Desde pequeno sempre gostei de colecionar linhas de brinquedos e alguns álbuns de desenho. Porém, em 2006, com a magia da época da Copa do Mundo, comecei, junto a meu irmão e minha mãe, a colecionar o álbum do Mundial da Alemanha”, comentou.

Como sempre sobram vários cromos repetidos, Alexandre aderiu aos clubes de trocas. “Com a necessidade de trocar as figurinhas repetidas, minha mãe viu que existia um clube de troca que ficava na Doca com a Senador Lemos. Começamos a ir lá todos os fins de semana, pois havia muita gente e sempre fazíamos amigos e encontrávamos muitas figurinhas das quais necessitávamos”, relembrou.

Alexandre possui uma página no Instagram (@aaabdesign) em que faz a releitura de camisas antigas de clubes paraenses, nacionais e internacionais. O hábito de colecionar albuns acabou ganhando um novo sentido.

“As figurinhas ganham importância histórica com o passar dos anos, pois podemos ver jogadores famosos em início de carreira. Mas também serve para registro dos uniformes e pode ser utilizado para diversos tipos de pesquisa, devido a essa carga histórica que adquirem”, comentou. "Camisas mais antigas são difíceis de encontrar na internet, principalmente de Remo e Paysandu. Então as figurinhas se tornam um meio precioso de pesquisa dos uniformes para o meu trabalho como designer", complementou.

Alexandre Augusto coleciona álbuns de figurinhas virtuais de Remo e Paysandu (Reprodução/Arquivo pessoal Alexandre Augusto)

Para uniformes mais antigos, Alexandre Augusto recorreu a coleções virtuais. "Conheci uma cara na internet que digitalizou álbuns do Brasileiro da década de 80 e 90. Ele me vendeu toda a coleção por um valor simbólico, que também guardo para fins de pesquisa. Um exemplo disso é a camisa de goleiro do Paysandu, de 1990. O arquivo de fotos na internet é muito restrito, mas a figurinha pôde me ajudar a fazer a releitura da camisa na minha página de design", concluiu.

A atual edição do álbum do Campeonato Brasileiro, distribuída junto com o jornal O Liberal deste domingo, tem a presença do time do Remo. Para o torcedor Edson Pinheiro, 27 anos, colecionar álbuns é algo nostálgico e de enorme carga emocional.

“Colecionei os álbuns da Copa do Mundo, o último o do Mundial de 2006 e nessa pegada colecionei do Brasileirão de 2005 e 2006. Foram os álbuns que cheguei a colecionar. O do Brasileirão de 2006 foi bacana, pois foi o último álbum que teve o time do Remo, como um dos clubes que estavam na Série B. O desse ano ainda não sei como será, mas gosto muito da ideia. Com certeza vou pegar um e voltar a colecionar”, afirmou o torcedor.

(Beatriz Reis, estagiária, sob supervisão de Pedro Cruz, coordenador do Núcleo de Esportes)

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