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Fluminense faz jogo morno e fica no empate sem gols diante do Operário-PR pela Copa do Brasil

Estadão Conteúdo

O Fluminense não conseguiu adquirir uma vantagem no primeiro jogo da quinta fase da Copa do Brasil. Nesta quinta-feira, o time de Luis Zubeldía fez um jogo apático e não tirou o zero do placar diante do Operário-PR, no Estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa, e não terá o conforto que planejou para o duelo da volta.

O Fluminense agora precisa vencer no Maracanã, no dia 12 de maio, para seguir adiante na competição. Em caso de um novo empate, a vaga nas oitavas de final será decidida nas penalidades.

O duelo contou com um minuto de silêncio, em repúdio após o atacante Berto sofrer injúria racial de um torcedor do Vila Nova, na última semana. "A ação reforça o compromisso do clube com o respeito, a igualdade e o combate a qualquer forma de preconceito dentro e fora de campo", disse o clube paranaense em nota.

O Fluminense sentiu as mudanças na equipe. Pouco entrosado, custou para conectar jogadas ofensivas e a situação piorou quando com oito minutos Martinelli, que fazia bem as transições, precisou ser substituído por lesão. O time estava bem espaçado em campo e foi pouco agressivo, a não ser um chute fraco de John Kennedy no centro do gol.

O Operário, por sua vez, explorava bem os contra-ataques, principalmente com Berto e Boschilia, mas mesmo assim era tímido na hora de finalizar e não deu trabalho ao goleiro Fábio na primeira etapa. No fim, com pouca inspiração, o duelo foi para o intervalo sem as redes balançarem.

Na volta para o segundo tempo, o Operário se soltou mais no ataque e passou a arriscar mais. Em bela jogada individual de Berto, Boschilia bateu colocado e Fábio voou para espalmar. O lance que parecia dar ânimo ao duelo, foi o único que tirou suspiros dos torcedores. Logo após, o jogo voltou a cair num marasmo, sem grandes chances.

Na reta final, o Fluminense até se organizou mais em campo, chegou a apostar na bola aérea, mas ainda longe de levar certo perigo ao gol paranaense. O lance de maior perigo foi uma falta de Arana, sob o travessão e um chute fraco de Samuel Xavier, no centro do gol, mostrando que não era dia do ataque carioca funcionar.

No duelo entre Athletico-PR e Atlético-GO na Arena da Baixada, em Curitiba, o panorama se repetiu. Em um jogo truncado, de muita transpiração e pouca inspiração, as equipes também não tiraram o zero do placar. O time da casa chegou a ter um pouco mais de ímpeto em campo, mas nada que traduzisse suas chances em gols e lamentou uma bola de Terán no travessão no último lance.

O jogo da volta acontece em 14 de maio, no Estádio Antônio Accioly, em Goiânia, quando quem vencer se classifica na Copa do Brasil.

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