Copa do Mundo: a disputa entre futebol e basquete nos Estados Unidos

A quilômetros de distância, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, o clima de Copa do Mundo ainda é bastante diferente

Felipe Campos especial para O Liberal

Nesta quinta-feira (11), México e África do Sul fizeram o jogo de abertura da Copa do Mundo da FIFA de 2026. A partida foi realizada na Cidade do México e contou com a presença de mais de 87 mil torcedores no Estádio Azteca, palco do tricampeonato do Brasil, em 1970. A quilômetros de distância, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, o clima de Copa do Mundo ainda é bastante diferente.

A maior festa local tem sido da torcida do New York Knicks, time de basquete que disputa a final da NBA depois de 27 anos e está a uma vitória de conquistar um título que não vem desde 1973. Enquanto poucas camisas de futebol são vistas nas ruas, as regatas da equipe nova-iorquina são tendência e o principal assunto é a virada protagonizada pela equipe na última quarta-feira (10).

A Copa do Migrantes

Apesar da falta de clima de Copa do Mundo pelo americano, ainda é possível ver um pouco do mundial por aqui. Em Jersey City, centro de Nova Jersey, a equipe do Grupo Liberal encontrou vários jovens jogando futebol. Ao todo, eram seis equatorianos, um português e um mexicano que moram na região, assistiram à partida de abertura juntos e decidiram jogar futebol depois.

Um pouco mais distante do centro do estado, em Newark, são os atendentes de uma conveniência que estão ligados na Copa do Mundo. Vindo da Costa do Marfim, Mamadou Koné disse estar empolgado com o mundial e feliz pela recente vitória da sua seleção diante da França. Morador local há 12 anos, Mamadou chegou a ser atleta profissional em seu país e acompanha futebol com frequência. Ao saber que estava falando com brasileiros, ressaltou a qualidade de Neymar e lembrou de Ronaldinho Gaúcho.

O comércio da Copa do Mundo 

Mesmo com a vida seguindo normalmente, foi possível ver a presença de alguns artigos nacionais sendo vendidos em uma grande rede de supermercados dos Estados Unidos. Chapéus, cordões e bandeiras estavam sendo vendidos próximos ao caixa e estavam com uma venda um pouco acima do normal, como nos informou a atendente Pauletta Johnson.

No entanto, a promoção que mais chamou atenção foi de uma revendedora de carros colombiana, que prometia até 500 dólares de desconto para qualquer pessoa que se apresentasse com a camisa da seleção do país.

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