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Óleo de cozinha vendido em Belém ficou R$ 4 mais caro em um ano

Levantamento foi divulgado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA), nesta quarta-feira (28)

O Liberal

Levantamento feito pelo Departamento Instersindical de Estatística e Estudos Sociecionômicos (Dieese/PA), em supermercados da capital paraense, mostra que em doze meses, um dos produtos da cesta de alimentação básica dos paraenses, o óleo de cozinha, ficou 81,61% mais caro. No mês de junho de 2020, o preço da garrafa de 900 ml do produto foi comercializado em média a R$ 4,84, nos supermercados de Belém. Fechou o ano passado (dezembro) sendo comercializado em média a R$ 8,92. No inicio deste ano (janeiro), a garrafa do produto custava R$ 8,93; em maio foi comercializado em média a R$ 8,36 e, no mês passado, junho, já estava R$ 8,79. Ou seja, em um ano, o óleo custou R$ 3,95 a mais para o consumidor da cidade. 

Com essa trajetória de preço, a garrafa de 900 ml do produto apresentou alta de 5,14% no mês passado em comparação a maio. No Balanço do primeiro semestre deste ano (janeiro a junho), o preço médio do produto apresenta um pequeno recuo de 1,46%, entretanto, nos últimos 12 meses, teve aumento recorde de quase 82,00%, contra uma inflação de 9,22% (INPC/IBGE) calculada para o mesmo período. Este reajuste acumulado nos últimos 12 meses no preço do óleo de cozinha consumido pelos paraenses foi o maior entre os produtos da cesta básica calculados para o mesmo período.

De maneira geral, segundo o Dieese, em ano ano, a alimentação Básica dos paraenses continua entre as mais caras do pais e teve um custo de R$ 518,53 no mês de junho, comprometendo na sua aquisição mais da metade do atual salario mínimo de R$ 1.100,00, com a maioria dos produtos que a compõe em alta.

O DIEESE/PA levanta semanalmente o preço do Óleo de cozinha (óleo de Soja) comercializado em garrafas de 900 ml em Supermercados da Capital.

 

 

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