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Dia do Assistente Social: conheça a profissão e suas áreas de atuação

Natália Failache, é assistente social há 12 anos e diz que, acima de tudo, o trabalho desses profissionais deve ser em prol da promoção e defesa de direitos, principalmente através do pertencimento e da orientação.

Gabi Gutierrez
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O dia 15 de maio é considerado o Dia do Assistente Social, profissão que faz parte da história do Brasil há mais de 80 anos. De acordo com a Constituição Federal, a assistência social deve ser oferecida a todos que dela necessitarem, independentemente de qualquer contribuição à seguridade social. Natália Failache, é assistente social há 12 anos e diz que, acima de tudo, o trabalho desses profissionais deve ser em prol da promoção e defesa de direitos, principalmente através do pertencimento e da orientação. 

“É fundamental que a gente esteja sempre se atualizando e se capacitando em relação a novas resoluções e leis, para ser um apoio efetivo para aquelas pessoas que desconhecem seus direitos e não sabem onde buscá-los. Assim, o assistente social se torna um instrumento norteador para a garantia dos direitos dos cidadãos”, disse a profissional. 

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Ela acredita que o assistente social precisa ser coerente e ético, e deve ter envolvimento e sentimento de pertencimento em qualquer área de atuação que ele trabalhe. Sobre as habilidades, acima de tudo, ela completa que o assistente social precisa “se colocar no lugar do outro”. “A empatia e a comunicação efetiva são as principais habilidades de um assistente social para desempenhar qualquer função, em qualquer área, na verdade, em qualquer vertente de atuação do serviço social”, diz Natália.

Como surgiu a assistência social?

A Constituição Federal de 1988 representou um marco na garantia dos direitos civis, políticos e sociais no Brasil. Um dos principais avanços foi a institucionalização da assistência social, que já era presente no país desde a década de 1930, como uma resposta às questões da pobreza, miséria, desemprego e exclusão do acesso a bens sociais e culturais. Este movimento reflete a luta histórica para assegurar uma rede de proteção e suporte aos mais vulneráveis da sociedade.

Seus principais objetivos incluem a proteção à família, maternidade, infância, adolescência e velhice, o amparo a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, a promoção da integração no mercado de trabalho, a habilitação e reabilitação das pessoas com deficiência e sua integração à vida comunitária. 

Áreas de atuação

Hoje, segundo Natália, a profissão rompeu paradigmas e evoluiu bastante ao longo dos anos. Por isso, ela pontua que com os tantos anos de existência e prática da assistência social, que surgiu com base nas Santa Casas e no catolicismo, a profissão rompeu paradigmas, e considera isso um grande avanço da práxis da profissão.

Além da assistência social, a profissional explicou as outras áreas de atuação como: saúde, habitação e educação. “Isso representa um grande avanço em relação às nossas práticas profissionais”, pontua a profissional.

Ela ainda pontua a necessidade do serviço social. “Atualmente, não se restringe ao serviço público, mas inclui assistência social direta, saúde, educação e o terceiro setor. O serviço social é uma profissão muito demandada por suas especificidades em auxílio e orientação, utilizando instrumentais como a evolução, o acolhimento e a escuta qualificada no relatório social”, afirma.

Remuneração 

Em relação à remuneração, não apenas na área da saúde, mas em todas as áreas, a profissional acredita que os salários ainda estão abaixo do piso salarial preconizado pelo Conselho Federal de Serviço Social. “A remuneração permanece baixa considerando a demanda e o trabalho realizado em diversas áreas de atuação. De maneira geral, dificilmente se atinge o piso”, explica.

Realização profissional

Natália trabalha na área da saúde há nove anos, na área hospitalar, especificamente. Atualmente, coordena uma equipe de assistentes sociais em um hospital de urgência e emergência. Ela revela que, ao longo desses nove anos, várias situações tocaram profundamente o meu coração. Ouvir um "obrigado, você me ajudou" ou "obrigado por ter me orientado, por eu ter conseguido alcançar o que eu almejava" é extremamente gratificante”, pontuou a assistente social.

Natália revelou que escolheu a profissão de assistente social sem inicialmente saber exatamente do que se tratava. Foi uma escolha motivada pelo desejo de ajudar os outros, e, ao longo do tempo, descobri que era a profissão perfeita para mim. Ela ainda diz que, exercendo a profissão, presencia atos únicos que aquecem o coração: “Realmente a gente tem a certeza de que está no caminho certo”, relatou.

 

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