Zilu Camargo tem contas de campanha rejeitadas pela Justiça Eleitoral na campanha a vereadora
Ex-candidata a vereadora em São Paulo terá que ressarcir o Tesouro Nacional por irregularidades detectadas em gastos de 2024
A Justiça Eleitoral rejeitou as contas da ex-candidata a vereadora Zilu Camargo, que concorreu em São Paulo nas eleições municipais de 2024. A decisão implica que Zilu deverá ressarcir o Tesouro Nacional devido a gastos eleitorais irregulares durante sua campanha pelo União Brasil.
Durante o pleito municipal, Zilu Camargo obteve 4.579 votos, não sendo eleita para a Câmara Municipal. Contudo, a ex-candidata tornou-se suplente na ocasião.
Detalhes do processo e irregularidades
O processo tramita no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), onde o Ministério Público Eleitoral (MPE) se manifestou pela rejeição das contas. O MPE destacou a ausência de documentação indispensável para a comprovação das despesas de campanha.
Entre as irregularidades apontadas pela Justiça Eleitoral, constam um relatório financeiro apresentado fora do prazo, referente a uma doação de campanha de R$ 550 mil. Também foi identificada a falta de contrato com uma empresa que teria prestado serviços de marketing político, no valor de R$ 316 mil, e um gasto de R$ 100 mil com outra prestadora de serviços.
Todos esses valores foram custeados pelo Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).
A ex-candidata ainda tem a possibilidade de recorrer da decisão da Justiça Eleitoral. A defesa de Zilu Camargo não se pronunciou sobre o assunto até o momento da publicação desta matéria.
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