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Manoel Carlos está de volta no Viva em 'Páginas da Vida'

Exibida de 2006 a 2007, na TV Globo, novela abordou a inclusão social de pessoas com síndrome de Down

O Liberal

Nesta segunda, 22, a partir das 23h, o público vai acompanhar as histórias de Helena (Regina Duarte), Nanda (Fernanda Vasconcellos), Marta (Lilia Cabral) e muitos personagens marcantes que passaram pelo Leblon de Manoel Carlos. A novela, que foi ao ar na TV Globo de 2006 a 2007, na faixa das 20h, será reapresentada pela primeira vez na televisão brasileira, no Canal Viva.

Com um elenco de peso, com nomes como Marcos Caruso, Tarcísio Meira, Ana Paula Arósio, Marcos Paulo, Thiago Lacerda e Helena Ranaldi, "Páginas da Vida" tem direção-geral de Jayme Monjardim e Fabrício Mamberti.

"As tramas do Manoel Carlos são sempre muito pedidas pela nossa audiência. ‘Páginas da Vida’ tem uma série de personagens emblemáticos, que temos certeza que o público vai adorar rever", comenta Stephanie Purwin, gerente de Programação do VIVA e do GNT.

Na trama, que teve seu início gravado em Amsterdã, na Holanda, Nanda engravida do namorado, Léo (Thiago Rodrigues). Ele não aceita a gravidez, e ela, sem muita escolha, volta ao Brasil. A vida de Nanda se cruza com a de Helena, quando Nanda é atropelada. Ela não sobrevive, mas dá à luz aos bebês Clara e Francisco. Com síndrome de Down, Clara é rejeitada pela avó, Marta. Helena se afeiçoa à menina e decide adotá-la.

Através da história de Clara, Manoel Carlos trouxe a pauta de inclusão de pessoas com síndrome de Down. Ao adotá-la, Helena também enfrenta inúmeras situações discriminatórias, especialmente quando vai matricular a filha em uma escola.

O autor foi homenageado com a medalha Pedro Ernesto pela abordagem do tema. A atriz Joana Mocarzel ainda inspirou a criação da primeira boneca feita no Brasil com características de síndrome de Down.

Manoel Carlos ainda falou de questões como bulimia, com a Giselle (Pérola Faria), que sofria com a obsessão da mãe por dietas; alcoolismo, com o personagem de Bira (Eduardo Lago); discriminação racial, mostrando o preconceito de Gabi (Carolina Oliveira) em relação a Selma (Elisa Lucinda), segunda mulher de seu pai; e a AIDS, com Gabriel (Miguel Lunardi), que se recusa a aceitar a doença mas, ao ser medicado corretamente, percebe que pode ter uma vida plena e feliz.

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