Tânia Oliveira na contagem regressiva para a estreia na Acadêmicos do Tucuruvi
Aos 41 anos, a veterana do Carnaval de São Paulo será a madrinha de bateria da escola
Tânia Oliveira está na contagem regressiva para fazer sua estreia como madrinha de bateria da Acadêmicos do Tucuruvi. Aos 41 anos, ela é uma das veteranas do Carnaval de São Paulo e afirma que o fato de a escola estar no Grupo de Acesso em 2020 não foi impeditivo para aceitar o convite para desfilar.
"A Tucuruvi teve uma grande empatia por mim. Estou me sentindo em casa", afirma Tânia, que desfilou como madrinha da escola Dragões da Real por cinco anos. Sobre a saída da agremiação, a bela não esconde certa mágoa. "Eles alegaram que eu não estava tão presente como antes. Isso gerou um estranhamento. Quando não estava presente era porque eu não me sentia bem. A vida me deu um chacoalhão e passei a ter a saúde em primeiro lugar", diz Tânia, que foi diagnosticada com câncer na tireoide em dezembro de 2016 e operada em abril de 2017.
Com longa trajetória no Carnaval, a apresentadora, que integra o time da rádio Transcontinental e já desfilou em escolas como X-9 Paulistana e Tom Maior, afirma não estar incomodada com os quilos que ganhou. "Não vou conseguir secar esses 10 quilos nem em sonho. E nem sei se gostaria de perdê-los porque estou me curtindo assim. Tenho uma dieta para cuidar da imunidade. A saúde virou o mais importante na minha vida".
Ela também revela que já cogitou deixar o Carnaval. "Eu tento, mas o Carnaval não sai de mim. Eu até tentei parar neste ano quando saí da Dragões - quer dizer, saíram comigo, né? Mas fui recebendo convites – mais de um – e acabei não resistindo ao convite da Tucuruvi", revela.
A idade também não é um impeditivo para a musa. "O Carnaval rejuvenesce. Estou há um tempão nos desfiles. Comecei na X-9 Paulistana, onde fiquei sete anos; depois, viram mais sete anos na Tom Maior; por fim, os cinco de Dragões da Real".
A bela revela que para manter a forma tinha uma rotina intensa de academia, mas mudou depois de 2017, quando fez uma operação para a retirada de um tumor maligno da tireoide. "Dizem que é super tranquilo esse tipo de câncer, mas passei a viver em um montanha-russa hormonal. Até hoje, é difícil voltar a minha rotina de academia. É um trabalho árduo".
Palavras-chave
COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA