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Show 'Brega Rock', de Nicobates e Os Amadores, tem exibição on-line

O repertório é recheado de músicas autorais e de versões de clássicos do brega e da Jovem Guarda.

Enize Vidigal O Liberal

A banda Nicobates e Os Amadores terá o show “Brega Rock” exibido em formato on-line nesta quinta-feira, 29, no canal do Sesc Pará no Youtube, a partir das 8h30. O show inédito foi gravado em maio com o repertório recheado de músicas autorais, e de novas versões de clássicos do brega paraense e de sucessos da Jovem Guarda. O show ficará disponível para o público assistir quando quiser.

A banda é formada por Nicobates (ex-integrante da banda Norman Bates, época em que usada o nome artístico de Nicolau Amador) na voz e no violão; Carol Endres e Bárbara Alves nos vocais; Otávio Silva na guitarra, Rubinho Silva no contrabaixo e Elzes Lima na bateria.

“Tocamos (nessa apresentação) os clássicos do brega pop, como ‘Amor, amor’, ‘Tchau, tchau, amor’ e ‘Minha Amiga’, em versões que trazem mais a pegada do rock ou jovem guarda, mas mantém o ritmo dançante”, conta o vocalista Nicobates. Essas faixas estarão no futuro EP da banda, intitulado “Brega Rock Vol. 01”, que está em fase de produção, aguardando a liberação de direitos autorais para ser lançado. O EP tem o patrocínio da Lei Aldir Blanc.

Nicobates e Os Amadores também tocam no show os sucessos de Roberto Carlos e de Erasmo Carlos, "Quero que tudo vá pro inferno" e "Minha fama de mau" “com versão mais rockabilly”, que mistura o rock com outros ritmos, conforme descreve. Nessas canções, Nicobates divide os vocais com Carol e Bárbara.

O repertório também traz músicas autorais, como “Metafísica do Piropo” e “Menina de Cinema” do EP “Coração Refém”, que lançado nas plataformas digitais no ano passado, além de inéditas, como “Manhã de Sol” e “Infante Destemido”, de autoria de Nicobates, André Xavier e Rael Andrade (banda Superself).

“As novas músicas são muito boas. ‘Manhã de sol que é um surf rock e ‘Infante Destemido’, uma balada muito bonita que fiz com o Rael Andrade durante a pandemia. Essa música também teve um toque na composição do André Xavier, que é meu parceiro no projeto ‘Outros Nativos’ e toca em uma banda de trash metal”, acrescenta Nicobates.

O show foi patrocinado pela Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria de Estado de Cultura do Pará (Secult) e do Sesc Pará. A produção pelo Sesc é de Mônica Gouveia. O show foi gravado no Fabrika Studio, a filmagem e mixagem é de Kleber Chaar e o registro de Sofia Oliveira e Jayme Neto, do Fabrika Studio, com apoio da Associação Sociocultural Outros Nativos (Ason), coletivo do qual a banda faz parte. A produção também é de membros da Ason, Odir Couto, André Xavier, Barbara Assis e Paula Figueiredo. 

            “Já tem um tempo que estamos gravando lives para a Fundação Cultural do Pará (FCP) junto com outros artistas. Esses projetos têm ajudado a manter os músicos trabalhando. Estamos fazendo lives quase semanalmente durante um ano, e isso ajudou nesse show do Sesc Pará porque a banda está bem entrosada. Além disso, estamos produzindo dois discos, o ‘Brega Rock vol. 01’ e o meu primeiro álbum que ainda não tem nome”, conta o vocalista.

“Fiz uma versão tecnobrega e em português de uma música do Joy Division, o clássico ‘Love Will Tear Us Apart’, que será o primeiro single do ‘Brega Rock Vol. 01’. Estou esperando liberação para poder lançar também. Venho me dividindo com a banda entre essas duas facetas de intérprete e compositor”.

Música
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