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Adilson Alcântara lança o disco 'Eu, Navegante' com show

O artista marca a volta aos palcos musicais após dois anos.

Enize Vidigal O Liberal

O cantor e compositor paraense Adilson Alcântara realiza o show de lançamento do novo álbum “Eu, Navegante”, nesta sexta-feira, 9, no Espaço Cultural Apoena. O CD passeia por vários ritmos em faixas autorais e de parceiros, de maioria inédita. “Eu, Navegante” celebra os 50 anos de idade do artista, e pode ser encontrado somente em meio físico, por enquanto. O show presencial terá transmissão ao vivo pelo perfil do artista no Youtube, a partir das 21h30.

Somente um single do projeto, o xote pé-de-serra “Sinal da Rua” (dele com Robson Pinheiro), está disponível no canal Adilson Alcântara Oficial no Youtube. As outras faixas chegarão a essa plataforma na semana que vem. A previsão é que o álbum seja disponibilizado nas plataformas digitais no próximo mês de setembro.

A apresentação desta sexta marca a volta de Adilson aos shows musicais após dois anos de um hiato marcado pelas temporadas de espetáculos humorísticos ao lado do saudoso Epaminondas, personagem do juiz Cláudio Rendeiro, seguido da crise da pandemia pela Covid-19. “A sensação de voltar ao trabalho é legal”, confidencia.

“Eu, Navegante” é o quinto álbum do artista ao longo de cerca de 30 anos de Adilson. O título celebra as origens do cantor natural do município de Vigia de Nazaré, no Nordeste Paraense. A capa traz a tela “Vigilenda”, do pintor vigiense Sílvio Guedes”, que apresenta uma embarcação típica da região. “’Eu, Navegante’ não é nome de nenhuma música do disco. Eu sou um navegante através da música. Quando vou em Vigia me vejo naquilo, no rio que corre”, explica.

A celebração pela passagem do aniversário de 50 anos, chega mais de um ano atrasada, mas com a força de 11 faixas em ritmos variados. Entre as inéditas, estão as autorais “Para Todo Sentimento”; “Amor Ardente” (dele com Pedro Vianna); “Deserto das Paixões” (com Messias Lyra); “Do Santo” (Bruno Benitez/Alde Acácio); e “Noite do Rio Guajará” (com Paulinho Sousa); além do baião “Moleque Doido” (Gonzaga Blantez), homenagem ao falecido músico Ivan Cardoso; e “Lixo Legal” (Maris Lídia)

Já as faixas conhecidas do público são as baladas pop “Bandeira” (Pedrinho Cavallero e Camilo Delduque) que ficou conhecida na voz potente do saudoso Walter Bandeira; “Nós” (Edilson Moreno), que o autor cantava nas noites de Belém sem que tivesse sido gravada; e “Caos” (Adilson, Amarildo Cruz e Henry Burnett).

Adilson Alcântara assina a produção e a direção musical, além dos teclados, violão e guitarra da gravação. O disco recebeu arranjos e programações digitais de Quiure Soares (teclado, violão, guitarra, baixo e percussão) e também contou com Celso Vaughan (teclados), Abel (baixo), Duda Silva (bateria e percussão), Raiza Rocha (saxofone) e Joba e Suelene (vocais)

O show terá venda de ingressos e de mesas, com reservas e informações pelo Whatsapp (91) 98281-3048. “Eu, Navegante” foi gravado durante a pandemia com o patrocínio da emenda parlamentar de Edmilson Rodrigues, quando foi deputado federal, por meio da Escola de Música da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Música
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