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CPI do Metanol quer condução coercitiva de dono de bar que faltou a reuniões

O dono do estabelecimento faltou a duas reuniões da comissão, sendo a segunda ausência nesta terça-feira, 3

Estadão Conteúdo
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Por Leticia Fernandes

A vereadora Zoe Martínez (PL-SP), presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Metanol, vai pedir a condução coercitiva de José Rodrigues, dono do bar Torres, em São Paulo, onde duas pessoas foram contaminadas por metanol e acabaram morrendo.

O dono do estabelecimento faltou a duas reuniões da comissão, sendo a segunda ausência nesta terça-feira, 3. A presidente da CPI disse à Coluna do Estadão que a postura de Rodrigues é desrespeitosa e que vai pedir que ele seja levado "à força".

"Quem desrespeitou a vida agora não vai desrespeitar a polícia: depois de duas ausências, vamos pedir condução coercitiva para que os donos do estabelecimento sejam levados a depor à força", afirmou a vereadora.

São investigadas a morte de duas vítimas por intoxicação por metanol no bar Torres. Uma delas é Ricardo Lopes, de 54 anos, que passou mal em 12 de setembro e morreu quatro dias depois. A outra vítima é Marcos Antônio Jorge Júnior, de 46. Ambos consumiram bebida alcoólica no bar Torres, na Mooca, zona leste de São Paulo.

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