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Paraense Luiza Braga estreia em novo longa: 'Helen'

Produção entra em cartaz no próximo dia 17

Redação Integrada do Grupo Liberal

Jucélia, personagem vivida por Luiza Braga no longa metragem Helen, é uma mãe fora dos padrões, mas muito representativa da realidade de uma parcela grande das meninas das periferias brasileiras.

Jucélia é uma mulher de 23 anos mãe de Helen, de 9 anos. Para viver a personagem, Luiza Braga precisou mergulhar profundamente na relação com a pequena Thalita, que interpreta Helen. “Construir a relação, a cumplicidade, o fundo de olho de uma mãe, quando não se é mãe na vida real, foi um dos maiores desafios da minha carreira até hoje“.

A atriz relata que conviveu semanalmente com Thalita por três meses: “fazíamos várias coisas juntas. Brincávamos, cozinhávamos. O mais importante era construir um espaço de afeto real para depois pensar nas cenas".

Luiza destaca que mulheres como Jucélia, que se tornam mães antes mesmo de terem chegado efetivamente à idade adulta é uma realidade dura de muitas meninas nas periferias brasileiras. Uma reflexão que a faz desmistificar a maternidade, pensando sobre a maternidade real, na perspectiva dos desafios de ser mulher e da solidão que a maternidade pode significar.

O processo de preparação da personagem Jucélia foi longo e desafiador para Luiza Braga. A personagem é cabelereira, o que exigiu de Luiza destreza para aprender a manusear cabelos e unhas com veracidade. Além da técnica para lidar com cabelos, a atriz viveu uma mudança radical de visual, assumindo cabelos loiros blond.

Mas as mudanças de visual já são familiares para Luiza. Para o longa Uma Noite Não É Nada, lançado em 2019, a atriz emagreceu 8kg em um mês para viver uma viciada em cocaína, além de não utilizar nenhum tipo de maquiagem nas gravações.

A atriz conta que frequentou quase diariamente o bairro do bexiga por mais de dois meses: “Mesmo quando não estava em alguma atividade oficial do filme, eu almoçava ou tomava um café numa padoca do bixiga. É um bairro muito tradicional de São Paulo que tem um estilo de viver particular. Nessas vivências eu encontrei a coluna da Jucélia e no processo de preparação do filme, com a preparadora Nara Sakarê, criamos um jeito de andar que é completamente diferente do meu”.

Luiza, que foi bailarina durante vários anos, abriu mão da coluna ereta para assumir um caminhar mais pesado e cansado, atribuindo à Jucélia um corpo muito diferente do seu. 

Cinema
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