Vocalista do Aerosmith é processado por assédio sexual de menor nos anos 70, diz revista

No processo, Julia Holcomb diz que Steven Tyler realizou atos de conduta sexual crimonosa, fornecido drogas, álcool e forçado um aborto

Paula Figueiredo
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De acordo com a revista Rolling Stone, Steven Tyler, vocalista da banda Aerosmith, é alvo de um processo que o acusa de abuso sexual de uma menor de idade durante os anos 70, agressão sexual e imposição intencional de sofrimento emocional. O processo foi registrado conforme a legislação de Califórnia, que suspendeu temporariamente a prescrição em acusações de abusos sexuais contra crianças e, apesar de não mencionar o nome do cantor, cita passagens do seu livro

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Nos documentos judiciais obtidos pela revista na quinta-feira (29), Julia Holcomb afirmou que tinha 16 anos quando Steven, que na época tinha 25 anos, convenceu sua mãe a colocá-la sob sua tutela. Depois disso, os dois foram morar juntos e mantiveram um relacionamento por cerca de três anos. Durante esse tempo, o músico teria viajado com a adolescente em turnês, oferecido álcool, drogas, e até forçado a vítima a fazer um aborto

Segundo ela, os dois se conheceram em um show do Aerosmith em Portland, nos Estados Unidos. Após o evento, ele teria levado a mulher para o seu quarto no hotel e depois de uma longa conversa com a fã, mesmo sabendo da sua idade, teria "realizado atos de conduta sexual criminosa". O mesmo ato se repetiu no dia seguinte, quando a adolescente foi levada para um show em Seattle.

Já em 1974, Steven Tyler teria conhecido a mãe da jovem e prometido que ela iria ser cuidada e matriculada durante as viagens de turnê da banda, o que que não foi cumprido. No processo, Julia ainda cita que engravidou em 1975, mas foi forçada a interromper e recebido ameaças de pausa no apoio financeiro caso ela decidisse seguir com a gestação. 

Livro de memórias

Em 2011, Steven Tyler citou o relacionamento com a jovem no seu livro de memórias. "Eu quase tive uma noiva adolescente, depois que os pais da menina se apaixonaram por mim [e] assinaram um papel para que eu tivesse a custódia [dela]. Dessa forma, eu não seria preso se eu a levasse para fora do estado. Eu a levei em turnê comigo", escreveu ele. 

No entanto, Julia alegou que a biografia a sujeitou a "infâmia involuntária", enquanto o músico descreve o relacionamento como romântico e amoroso. Ela foi mencionada nos agradecimento do livro de memórias, supostamente, sem consentimento. 

(Estagiária Paula Figueireod, sob supervisão de Heloá Canali, coordenadora de OLiberal.com)

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