Bateção de leque: como o item se tornou febre no Lollapalooza 2026
A cantora Sabrina Carpenter repostou um vídeo em suas redes sociais em que a plateia brasileira reage ao refrão de sua canção Nobodys Son com o bater de leques.
Flap. Flap. Flap. Quem esteve presente no Autódromo de Interlagos ao longo do último final de semana se acostumou com o som de leques batendo durante os mais variados shows do Lollapalooza 2026. Do pop de Sabrina Carpenter ao hardcore do Turnstile, do rap de Tyler, the Creator à música eletrônica do Skrillex, as apresentações do festival foram marcadas pelo barulho de milhares de leques batendo em uníssono.
Além de aliviar o calor presente no Autódromo, os objetos - vendidos por cerca de R$40 por ambulantes na região - ditaram o ritmo do festival e foram notados pelos artistas. A cantora Chappell Roan, por exemplo, afirmou que viu o bater de leques brasileiros durante a apresentação de Lady Gaga no Todo Mundo no Rio em 2025. "Pensei: Eu preciso fazer isso algum dia. Aqui estamos", brincou a artista.
Já a cantora Sabrina Carpenter repostou um vídeo em suas redes sociais em que a plateia brasileira reage ao refrão de sua canção Nobodys Son com o bater de leques. "Esse vídeo me matou", escreveu a artista. "Eu te amo", comentou em português em seu perfil no Instagram. Nas redes sociais, fãs internacionais das divas pop elogiaram a prática nacional.
Fortemente associados ao movimento LGBT+, os leques vêm ganhando cada vez mais protagonismo em festivais e shows que ocorrem no Brasil. Nas apresentações de Madonna e Lady Gaga no Todo Mundo no Rio, as imagens e o som da praia de Copacabana lotada com o bater de leques viralizaram nas redes sociais. O objeto, que também se faz presente no carnaval ao redor do País, vem ganhando cada vez mais fama nos últimos anos.
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