Professor de artes marciais é preso por agredir, torturar e tentar estuprar ex-companheira

Conforme depoimento, vítima afirmou que sofreu agressões por mais de seis horas dentro do veículo do agressor por ele não aceitar o fim do relacionamento de mais de 25 anos

Carolina Mota

Nesta segunda-feira (29), um professor de jiu-Jitsu foi preso por agredir e torturar a ex-esposa, no Rio de Janeiro. Segundo relatos da vítima aos agentes policiais, ela foi espancada na saída de uma festa e levada para dentro do carro dele, onde sofreu enforcamentos, mordidas e socos, além de uma tentativa de estupro.

Ainda conforme o relato, as agressões, que ocorreram na madrugada de sábado (27), só cessaram quando a vítima conseguiu sair do carro quando o ex-marido foi abastecer em um posto localizado em Belford Roxo, momento em que ele desacelerou e ela conseguiu pular do veículo ainda em movimento.

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O caso ocorreu quando a vítima foi a uma festa de amigos em comum com o agressor, na zona Norte da capital fluminense. Assim que notou a presença do ex, pediu para alguém buscá-la do local. Primeiramente, Marcio de Oliveira Barreto, o agressor, abordou a ex-companheira e pediu para os dois conversarem, o que ela aceitou, mas após a conversa, o comportamento dele mudou.

Ainda na festa, a vítima sofreu vários chutes e pontapés, quando foi arrastada para dentro do carro, dando início às agressões.

Identificada como Adriana Freitas Barreto, Fisioterapeuta de 48 anos, a vítima relatou que o ex-casal está separado há um ano e meio, e foram casados por 25 anos, onde tiveram dois filhos. De acordo com Adriana, o ex-companheiro não aceita que ela tenha outros relacionamentos.

Ele foi preso por agentes da 27ª DP (Vicente de Carvalho), da Polícia Civil do Rio de Janeiro, por meio da Lei Maria da Penha.

Carolina Mota, estagiária sob supervisão de Heloá Canali, coordenadora de Oliberal.com

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