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VÍDEO: Julgamento do caso da Boate Kiss entra no sexto dia; assista ao vivo

Mais três pessoas serão ouvidas nesta segunda-feira (6). Não existe uma data prevista para encerramento

O Liberal

O caso da Boate Kiss entra, nesta segunda-feira (6), no seu sexto dia de julgamento no Foro Central I, em Porto Alegre. As sessões são comandadas pelo juiz Orlando Faccini Neto, que determinou a oitiva de três pessoas por dia. Hoje, será a vez dos sobreviventes Willian Renato Machado e Nathalia Daronch e a testemunha Stenio Rodrigues Fernandes, todos listados pela defesa do advogado Elissandro Spohr, conhecido como Kiko, esposo de Nathalia.

Não existe uma data prevista para o encerramento das audiências com sobreviventes e testemunhas. De acordo com o Tribunal de Justiça, após 16 pessoas já terem sido ouvidas, restam 13, sendo 11 testemunhas e dois sobreviventes.

Boate é alvo de investigações em várias frentes desde a tragédia (Ronald Mendes/Ag. RBS/AE)

Tiago Mutti, sócio da empresa originária da boate, passou de testemunha para informante porque responde a um processo por falsidade ideológica relacionado à Kiss.

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Ontem, Delvani Brondani Rosso, sobrevivente do incêndio, mostrou cicatrizes nas costas e relembrou momentos em que pensou que iria morrer.

“Quando eu fui caindo, fui me despedindo… da minha família, dos meus amigos. Pedi perdão”, disse. Doralina Peres, ex-segurança da boate, relatou em detalhes como funcionava a entrada do público na Kiss, e disse que desmaiou enquanto tentava sair do incêndio e não lembra de muita coisa. “Lembro de muito grito, muita confusão”, disse.

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O CASO

A tragédia aconteceu no dia 27 de janeiro de 2013, durante a festa universitária 'Aglomerados'. A Boate Kiss recebia o show da Banda Gurizada Fandangueira, quando um dos integrantes disparou um artefato, atingindo parte do teto do prédio, que ficou em chamas. O incêndio matou 242 pessoas e deixou mais de 600 feridos.

Os empresários e sócios da Boate Kiss, Elissandro Callegaro Spohr e Mauro Londero Hoffmann, o vocalista da Banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos e o produtor musical Luciano Bonilha Leão, respondem por homicídio simples (242 vezes consumado, pelo número de mortos; e 636 vezes tentado, número de feridos). 

Eles serão julgados por um Conselho de Sentença, no Tribunal do Júri, no dia 1º de dezembro de 2021, no plenário das Varas do Júri da Comarca de Porto Alegre, junto ao Foro Criminal.

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