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Belém está entre as capitais que menos consumiram bebidas alcoólicas no ano passado; veja o ranking

Na comparação entre as 26 capitais, mais o Distrito Federal, Belém fica em 22º lugar na frequência de consumo e Belo Horizonte em primeiro; especialista alerta para os riscos que as bebidas oferecem

O Liberal

Pesquisa do Ministério da Saúde apontou o índice de consumo de bebidas alcoólicas nas capitais brasileiras no ano de 2021. Segundo o levantamento, na capital do Pará, Belém, 15,31% dos moradores consumiram mais de quatro doses de bebida alcoólicas em 30 dias. O resultado colocou a cidade em 22º lugar do ranking, que analisou as 26 capitais dos estados, mais o Distrito Federal. As informações são do G1 Minas Gerais.

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A capital mineira, Belo Horizonte, aparece em primeiro lugar no ranking. O levantamento aponta que 25,20% dos moradores de BH consumiram mais de quatro doses de bebida alcoólicas no período de 30 dias. Em seguida vem Vitória (23,28%), no Espírito Santo, e Cuiabá (23,17%), capital do Mato Grosso.

Na outra ponta, aparece Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, como a capital que menos ingere bebidas alcoólicas (12,8%).

O estudo considerou os moradores que consumiram quatro ou mais doses de bebidas alcóolicas, no caso das mulheres, e cinco ou mais doses no caso dos homens.

Saúde

Psiquiatra e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Helian Nunes de Oliveira alerta que o consumo de álcool é um dos maiores problemas de saúde no Brasil e no mundo. Segundo ele, não existe nível de consumo seguro.

"É perceptível aumento do consumo, das demandas nas urgências, nos consultórios, nos hospitais da capital. Não existe nível de consumo seguro de álcool. Muitas vezes o jovem não se hidrata e ainda bebe de estômago vazio, este é um padrão de consumo danoso, que está tendo vulnerabilidade não apenas do indivíduo, mas vulnerabilidade coletiva, da família, da comunidade, e vulnerabilidade programática, do nosso governo, nossos gestores", falou.

Ele observa que o álcool causa efeitos cognitivos, como sintomas de ansiedade, depressão, e se difunde muito facilmente pelo organismo, produzindo lesões no fígado, estômago, intestino, fígado, além de cardiopatias alcoólicas, pois o excesso causa lesão de fibras no coração. "O consumo deveria ser ocasional, para comemorar em baixas doses", defendeu.

Veja o ranking

  1. Belo Horizonte (MG): 25,20%
  2. Vitória (ES): 23,28%
  3. Cuiabá (MT): 23,17%
  4. Distrito Federal (DF): 22,54%
  5. Salvador (BA): 22,53%
  6. Palmas (TO): 22,17%
  7. Porto Velho (RO): 21,74%
  8. Florianópolis (PA): 21,47%
  9. Macapá (AM): 20,42%
  10. Rio de Janeiro (RJ): 19,90%
  11. João Pessoa (PB): 19,83%
  12. Campo Grande (MS): 19,77%
  13. Recife (PE): 19,43%
  14. Teresina (PI): 18,50%
  15. Goiânia (GO): 18,39%
  16. Fortaleza (CE): 18,33%
  17. Boa Vista (RR): 17,87%
  18. São Luís (MA): 17,85%
  19. Aracaju (SE): 17,28%
  20. São Paulo (SP): 15,82%
  21. Natal (RN): 15,40%
  22. Belém (PA): 15,31%
  23. Curitiba (PR): 15,18%
  24. Manaus (AM): 14,80%
  25. Rio Branco (AC): 13,67%
  26. Maceió (AL): 13,16%
  27. Porto Alegre (RS): 12,82%
Brasil
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