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Abadiânia tem 150 demissões após denúncias contra João de Deus, diz prefeito

Movimento tradicional no centro espírita caiu 15%

Agência Estado

Desde as denúncias de abuso sexual contra João de Deus vieram à tona, pelo menos 150 pessoas foram demitidas de pousadas localizadas nas proximidades no centro de atendimento, afirmou o prefeito de Abadiânia, José Aparecido Alves Diniz (PSD). "O levantamento ainda não terminou. Mas já identificamos essas demissões. Como o comércio é muito frágil, ao menor sinal de desaquecimento, as pessoas são dispensadas", disse.

Na terça-feira, 18, o prefeito entrou em contato com o governador eleito de Goiás, Ronaldo Caiado e do governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. "Se atrairmos indústria para região, o impacto pode ser amenizado."

Nesta quarta, menos de 200 pessoas procuraram a Casa Dom Inácio de Loyola, onde João de Deus faz os atendimentos. Isso representa cerca de 15% do movimento tradicional. Para atrair clientela cada vez mais escassa, lojas já começam a anunciar promoções.

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