Valorização do esporte e inclusão marcam gestão de Oscar Pessoa na Assembleia Paraense
Às vésperas do fim do mandato, em junho, ele também destaca mudanças na gestão de serviços e na ampliação da oferta de atividades para diferentes faixas etárias
Os principais projetos e mudanças implementados na gestão de Oscar Pessoa à frente da Assembleia Paraense, no triênio 2023–2026, se concentraram em diferentes áreas do clube, com destaque para a modernização da infraestrutura, a ampliação das atividades esportivas e a criação de iniciativas de inclusão e atendimento aos associados, conforme detalhado por ele durante entrevista ao Grupo Liberal. Às vésperas do fim do mandato, em junho, ele também destaca mudanças na gestão de serviços e na ampliação da oferta de atividades para diferentes faixas etárias.
Entre os avanços estão investimentos em espaços de lazer, o fortalecimento do esporte de alto rendimento, a implantação de um sistema de ouvidoria para melhorar a comunicação com os sócios e o projeto de inclusão voltado a jovens neurodivergentes. “A Assembleia Paraense sempre foi forte no esporte social, oferecendo diversas modalidades de forma recreativa. No entanto, identificamos potencial para investir também em atletas de alto rendimento, na base e em diferentes modalidades”, observa Oscar.
“Nesta gestão, praticamente quintuplicamos o número de atletas de alto rendimento. A Assembleia Paraense, entre mais de 2.100 clubes filiados ao Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), que recebe recursos da Loteria Federal, está entre os 54 clubes considerados filiados plenos. Ou seja, está no mesmo patamar de clubes como Flamengo, Minas Tênis e Pinheiros. Foi uma conquista importante, resultado da adequação estatutária à legislação esportiva. O clube recebeu, nesta gestão, recursos significativos oriundos da Loteria Federal para aplicação nos atletas”, completa o gestor.
Ação inédita
Oscar Pessoa destaca, também, que foi criado uma ação inédita de inclusão que não existe em nenhum outro clube social do Brasil: o projeto Aproxima, voltado a jovens neurodivergentes. A iniciativa conta com uma equipe multidisciplinar que promove a socialização desses jovens, permitindo o desenvolvimento de atividades culturais e esportivas dentro do clube.
“Já estamos na segunda turma e somos procurados por diversas instituições interessadas em replicar o modelo. Trata-se de um projeto que considero um dos mais importantes do clube, pela sua originalidade. Ele transforma famílias e jovens e foi criado com muito cuidado, em diálogo com os pais e compreensão das rotinas. Hoje, já é uma referência”, reforça o presidente do clube.
Reforço de projetos também foi uma prioridade. “Há, ainda, atividades para crianças e também para a melhor idade, com destaque para o projeto Cabeça de Prata, já tradicional no clube. O projeto oferece atividades diárias de lazer, memorização, aulas de inglês, tecnologia, cinema, palestras e chá. Ou seja, os associados da melhor idade, se desejarem, têm atividades todos os dias no clube, preenchendo esse momento tão importante da vida”, comenta Oscar Pessoa.
Continuidade
Para o próximo mandato, ele espera que a gestão seja de continuidade. “Em relação às demandas da gestão, nem sempre é possível efetivar tudo, pois são muitas frentes e o mandato tem três anos. O tema da expansão é um grande desafio. A Assembleia precisa de mais espaço para atender seu crescimento. É necessário pensar em expansão, seja vertical na sede atual ou na aquisição de novas áreas, porque o clube não para de crescer. Não podemos pensar apenas no presente, mas também nos próximos 10 ou 20 anos”, diz.
“Também é necessário investir em sustentabilidade. O clube já foi premiado na área e está em processo de recertificação das normas ISO 9001, de gestão, e ISO 14001, de gestão ambiental. Há expectativa de nova certificação nos próximos dias, o que fará do clube, mais uma vez, uma das poucas instituições no Brasil a possuir ambas as certificações. Isso reforça a conformidade, a transparência e o compromisso ambiental, especialmente na Amazônia”, acrescenta Pessoa.
Para todas as idades
Prestes a encerrar o mandato, o presidente da AP avalia ainda que o desafio de qualquer gestor de clube é buscar um equilíbrio no atendimento às áreas de eventos, culturais, de infraestrutura e de lazer para os associados. Por isso, ele destaca que, ao longo dos três anos, a gestão buscou esse equilíbrio. Isso porque a Assembleia Paraense tem, atualmente, 23 mil associados de diferentes faixas etárias. E, para ele, é necessário atender desde crianças até a melhor idade.
“O clube avançou muito em infraestrutura, diga-se de passagem, com recursos próprios. A Assembleia Paraense sempre teve responsabilidade com o dinheiro do associado. Nesta gestão, realizamos investimentos utilizando exclusivamente recursos próprios. Fizemos investimentos na área do deck da piscina, em restaurantes e em espaços esportivos, e tudo isso está sendo entregue. Começamos a investir desde o primeiro dia da gestão e vamos entregar, até o fim do mandato, ainda outros espaços no clube”, detalha Oscar.
Além disso, Oscar enfatiza que entrega a gestão com as contas equilibradas e com os salários dos colaboradores, uma vez que os recursos são aplicados devidamente. E que a comunicação teve prioridade também. “Queria destacar outro legado desta gestão: a comunicação. É um desafio do século como melhor comunicar. Implementamos um serviço de ouvidoria para aprimorar a comunicação com o sócio. Aproximamos muito o clube do sócio. Isso exigiu investimento em infraestrutura e hoje é algo irreversível”, relata ele.
Palavras-chave
COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA